WhatsApp lança recurso que permite criar pacote de figurinhas; saiba como

O WhatsApp lançou, nesta quarta-feira (16), um recurso que possibilita criar e organizar as figurinhas em pastas no Android e iPhone (iOS). A funcionalidade já havia sido divulgada como teste pela rede social no final do ano passado, e, agora, está disponível para uso no app. Vale lembrar que, antes, para realizar esse processo era necessário instalar um aplicativo de terceiros. Além disso, com a nova função, é possível nomear o pacote de figurinhas como o usuário desejar e compartilhá-lo com amigos. Para saber mais detalhes sobre a novidade e como ativar no celular, confira a matéria a seguir. Como criar pacote de figurinhas no Whatsapp Para criar um pacote de figurinhas no app, basta clicar no ícone de stickers localizado na barra de digitação. Depois, selecione o símbolo de lápis no canto superior e escolha as figuras desejadas para colocar no pacote. Por fim, nos três pontinhos no canto inferior da tela vá em Adicionar a pacote de figurinhas para nomear a pasta. Além disso, para enviar o pacote para algum amigo, basta clicar nos três pontinhos em cima da pasta criada e selecionar Enviar. Com isso, a pessoa pode favoritar as figuras. A nova função também possibilita mover os stickers para o topo, deixando-os em evidência para facilitar a visualização dos preferidos. Vale lembrar que se a atualização ainda não chegou no seu dispositivo, é possível atualizar a versão do Android e iOS para a mais recente e verificar se a função está ativa.

ChatGPT é o app mais baixado do mundo pela primeira vez; veja ranking

O ChatGPT foi o app mais baixado do mundo em março de 2025, segundo dados da plataforma de monitoramento Appfigures Intelligence. Pela primeira vez no topo do ranking, a inteligência artificial (IA) da OpenAI registrou 46 milhões de downloads no período, representando um aumento de 28% em relação ao mês anterior. O TikTok, que até fevereiro ocupava o primeiro lugar, caiu para terceiro. Já o Instagram, com números próximos a IA, ficou em segundo. Além disso, apps de compras e edição também ocupam espaço na lista. Confira, a seguir, o ranking completo. 10 apps mais baixados no mundo Conforme o relatório da Appfigures Intelligence, no primeiro trimestre de 2025, o número de downloads do ChatGPT cresceu cerca de 150% em comparação ao mesmo período do ano passado. Confira a lista completa abaixo. ChatGPT — 46 milhões Instagram — 46 milhões TikTok — 45 milhões Facebook — 36 milhões WhatsApp — 35 milhões Temu — 32 milhões CapCut — 27 milhões Telegram — 25 milhões Snapchat — 23 milhões Threads — 23 milhões Crescimento do ChatGPT O crescimento contínuo do ChatGPT pode ser atribuído às recentes atualizações na plataforma. Com o modelo GPT-4o, foram introduzidas ferramentas como o Refletir, que permite à IA pensar com mais profundidade antes de responder, e a Lousa, voltada para edição de textos e revisão de códigos. No entanto, o grande salto veio com a nova funcionalidade de geração de imagens realistas a partir de prompts em texto ou áudio. Um exemplo foi o viral inspirado no estilo do Studio Ghibli, que gerou tanta demanda que a plataforma precisou limitar temporariamente o acesso ao recurso. Somente uma hora após a liberação desses novos recursos, Sam Altman, CEO da OpenAI, anunciou nas redes sociais que a plataforma havia conquistado 1 milhão de novos usuários.

Anatel aprova expansão da Starlink, de Elon Musk, no Brasil

 Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou a expansão do sistema de satélites da Starlink, do bilionário Elon Musk, no Brasil. Com a decisão, a empresa vai poder lançar mais 7,5 mil satélites. Hoje, a Starlink está autorizada a operar 4,4 mil satélites no Brasil até 2027. O aval da Anatel nesta terça mantém o prazo até 2027. Embora autorize a companhia, a Anatel emitiu um “alerta regulatório” sinalizando a necessidade de revisar a norma que regulamenta a operação dos chamados satélites de “baixa órbita” — tecnologia usada pela empresa de Musk. “Diante dos efeitos decorrentes da intensificação da exploração comercial de satélites de órbita baixa, emite-se alerta regulatório com vistas a destacar a atualização em curso do marco normativo vigente, especialmente frente aos riscos identificados nos domínios concorrencial, da sustentabilidade espacial e da soberania digital”, disse o relator do processo, conselheiro Alexandre Freire. O Conselho Diretor da Anatel determinou que as áreas técnicas discutam, com urgência, a análise de impacto regulatório para alterações na norma. Freire sinaliza a necessidade de considerar “as diretrizes internacionais aplicáveis, bem como os princípios de sustentabilidade, eficiência no uso do espectro, segurança das redes, soberania nacional e promoção da concorrência”. No documento, a Anatel estabelece que os sistemas têm que coexistir, de modo a evitar restrição à competição. Além disso, a agência também pode alterar a autorização de operação no Brasil caso verifique risco à competição. A decisão foi tomada nessa terça (8) em “circuito deliberativo” — quando há a coleta de votos dos conselheiros sem a necessidade de reunião. Fonte: G1 

Studio Ghibli: onda nas redes sociais reacende debate sobre IA e direito autoral

O recente lançamento do DALL·E 3, novo gerador de imagens da OpenAI, baseado no modelo GPT-4o, provocou uma nova – e polêmica –  trend nas redes sociais: a geração de imagens inspiradas no estilo do estúdio de animação japonês Studio Ghibli, conhecido por criações como Meu Amigo Totoro (1988), A viagem de Chihiro (2001) e O menino e a garça (2023). Segundo a empresa, seu novo modelo de inteligência artificial traz uma abordagem multimodal, permitindo a geração de imagens mais precisas e fotorrealistas. Sua primeira versão foi lançada em 2021 e integrada ao ChatGPT em 2023. IA, criatividade e direitos autorais A trend #GhibliAesthetic, que acumula milhões de visualizações, trouxe de volta à tona uma antiga declaração do co-fundador do Studio Ghibli e ganhador do Oscar, Hayao Miyazaki,  de 84 anos, sobre a arte gerada por IA. O artista, conhecido por sua animação desenhada à mão em seu meticuloso método quadro a quadro, classificou o movimento como “insulto à própria vida” em declaração dada em 2016. “Estou completamente enojado. Se você realmente quer fazer coisas assustadoras, pode ir em frente e fazer. Eu nunca desejaria incorporar essa tecnologia ao meu trabalho. Sinto que isso é um insulto à própria vida”, disse Miyazaki durante uma reunião, há nove anos e que voltou a repercutir nas redes após a atual onda das imagens geradas pelo ChatGPT. Embora muitos usuários das redes sociais estejam se divertindo ao compartilhar diversas imagens ao estilo da animação, a prática também levantou debates sobre o uso da tecnologia e a violação de direitos autorais. Victor Machado, professor e mestre em engenharia de software e gerente de novos produtos do Inteli, explica que inteligência artificial generativa não tem criatividade como os humanos. Para a IA produzir algo, portanto, é necessário que ela tenha sido instruída de acordo, seja pelo prompt do usuário ou pela base de dados usada no seu aprendizado. “A criatividade, de pensar fora da caixa e trazer soluções diferenciadas a partir de inspirações, sejam artísticas ou profissionais, ainda é algo inerentemente humano. A IA deve ser usada como uma ferramenta para alavancar o potencial criativo do criador e não como um substituto da sua capacidade criativa”, disse. “A IA pode sim expandir a criatividade, mas deve ser usada com consciência. Reproduzir estilos sem atribuição ou autorização pode banalizar anos de trabalho artístico. As novas gerações precisam usar a IA como ponto de partida para inovação e não como atalho para copiar estéticas consagradas”, reforça também André Insardi, CEO da Khipo e professor de graduação e MBA da ESPM. Insardi ressalta que a experimentação criativa exige responsabilidade — já que ela está mudando o conceito de autoria, sendo o “criador” o responsável por compartilhar as informações com o algoritmo. “Reproduzir estilos artísticos pode ser uma forma de aprendizado ou homenagem, desde que respeite os limites do direito autoral. O uso comercial ou enganoso, por outro lado, levanta questões legais e éticas sérias”, pontua. “Os desafios éticos e técnicos vão desde o uso indevido de obras protegidas no treinamento até a ausência de normas jurídicas claras sobre derivação, crédito e remuneração. Precisamos urgentemente de marcos legais que acompanhem essa evolução”, segue. Desafios sobre propriedade intelectual Para Alexander Coelho, advogado especialista em direito digital e membro da Comissão de Privacidade e Proteção de Dados e Inteligência Artificial da OAB/SP, o Studio Ghibli pode processar o ChatGPT desde que consiga provar que suas obras ou seu estilo distintivo foram utilizados sem autorização. Porém, o sucesso dessa ação dependeria da capacidade de demonstrar que o sistema de IA foi treinado com o conteúdo do estúdio sem o seu consentimento. “A questão é que o estilo Ghibli, embora não seja uma ‘obra’ isolada, pode ter elementos protegidos: personagens, paletas visuais, traços únicos e o próprio nome. O caminho jurídico poderia passar por violação de marca, concorrência desleal ou uso indevido de propriedade intelectual”, explica. O advogado pontua que hoje, mais do que nunca, o artista precisa agir como um estrategista para blindar suas criações, monitorando também como e onde elas aparecem, pois “em um mundo onde algoritmos ‘aprendem’ sem pedir licença, a vigilância tornou-se parte da arte”. “Além disso, é fundamental documentar o ‘traço distintivo’ de sua identidade visual, pois embora estilos não sejam protegíveis por si só, eles podem ser invocados como parte de uma marca ou como elemento caracterizador em disputas sobre concorrência desleal ou uso indevido de imagem autoral”, explica. No Brasil e Estados Unidos existem órgãos de proteção de identidade criativa que garantem ao autor direitos autorais sobre suas obras. Já sobre obras criadas por IA, no início deste ano, o United States Copyright Office (USCO), órgão responsável pelo registro de direitos autorais dos EUA, reconheceu de forma inédita a proteção de direitos autorais à uma obra inteiramente gerada por inteligência artificial, intitulada de A Single Piece of American Cheese, criada pelo CEO da plataforma Invoke. Fonte: Meio e Mensagem

Apple anuncia fim de 3 iPhones; saiba mais

A Apple planeja descontinuar três modelos de iPhone em 2025, uma decisão que afetará milhões de usuários ao redor do mundo: o iPhone 14, o iPhone 14 Plus e o iPhone SE de terceira geração. Esse movimento, previsto para ocorrer ao longo do ano, reflete a estratégia da gigante tecnológica de manter seu portfólio alinhado às demandas por inovação, desempenho e segurança. Com o lançamento de dispositivos mais avançados, como a linha iPhone 16 e os aguardados iPhone 17, a empresa busca direcionar consumidores para tecnologias mais recentes, como processadores potentes, câmeras aprimoradas e integração com inteligência artificial via Apple Intelligence. A retirada desses modelos, anunciada em março de 2025, já gera debates entre usuários sobre o futuro de seus aparelhos e as opções disponíveis no mercado. O iPhone 14, lançado em 2022, e sua variante Plus trouxeram novidades como o chip A15 Bionic e melhorias em fotografia computacional, enquanto o iPhone SE (3ª geração), também de 2022, conquistou fãs por oferecer desempenho sólido em um design compacto. Apesar de sua popularidade, esses dispositivos serão substituídos por modelos que suportam as exigências de softwares mais recentes e funcionalidades avançadas, como as previstas no iOS 19. A decisão impacta diretamente consumidores que ainda utilizam ou planejam adquirir esses aparelhos, especialmente em mercados emergentes, onde os modelos mais acessíveis têm forte apelo. Motivos por trás da descontinuação A Apple justifica a retirada desses iPhones como parte de um ciclo natural de renovação tecnológica. O iPhone 14 e o 14 Plus, por exemplo, já foram superados pelos avanços da linha iPhone 15, que introduziu portas USB-C e chips A16 Bionic, e da série iPhone 16, lançada em 2024 com o A18, otimizado para inteligência artificial. Já o iPhone SE de terceira geração, embora equipado com o mesmo A15 Bionic, carece de recursos como a Ilha Dinâmica e câmeras duplas, presentes em modelos mais novos. Focar em dispositivos modernos permite à empresa oferecer suporte consistente, incluindo atualizações de segurança e compatibilidade com novos aplicativos. Em 2024, cerca de 70% dos usuários de iPhone já utilizavam modelos lançados nos últimos três anos, evidenciando a rapidez com que o público adota as novidades da marca. A descontinuação também abre espaço para a produção em massa de futuros lançamentos, como o esperado iPhone 17 Air, que promete design ultrafino e desempenho superior. Alternativas para substituir os modelos Quem busca substituir os iPhones descontinuados tem opções variadas no portfólio atual da Apple. A linha iPhone 15, com versões padrão e Plus, oferece melhorias significativas em câmera, como o sensor de 48 MP, e maior eficiência energética. Já os modelos Pro e Pro Max da série iPhone 16 trazem recursos avançados, como telas ProMotion de 120 Hz e o chip A18 Pro, ideais para usuários que priorizam desempenho e fotografia profissional. Acessar o mercado de usados ou recondicionados também é uma alternativa viável. Em 2024, o iPhone 14 ainda representava 15% das vendas de iPhones usados globalmente, indicando que esses modelos continuarão circulando mesmo após saírem de linha. Para quem prefere aparelhos novos, o iPhone 16e, lançado em março de 2025 como uma opção mais acessível, combina o chip A18 com preço competitivo, mirando o público do antigo SE. Outro ponto de destaque é o programa de troca da Apple, que oferece descontos na compra de modelos recentes ao entregar aparelhos antigos. Em 2025, a empresa ampliou os incentivos, aceitando até mesmo iPhones de gerações mais velhas com valores que podem chegar a R$ 1.500, dependendo do estado do dispositivo. Cronograma de suporte e atualizações O suporte aos modelos descontinuados seguirá um calendário previsível, baseado no histórico da Apple: 2025: Fim da produção e vendas oficiais nas lojas da Apple. 2026-2027: Últimas atualizações completas do iOS, como o iOS 20. 2028: Possível fim das atualizações de segurança, marcando o término do ciclo de vida. Esse cronograma dá aos usuários tempo para planejar a transição, mas reforça a importância de manter os aparelhos atualizados enquanto o suporte estiver ativo.

5 dicas para manter o armazenamento interno do PC em dia

Se você está ficando sem espaço de armazenamento interno em seu PC ou até mesmo tem dificuldades para encontrar arquivos antigos, é sinal de que o seu computador precisa ser melhor organizado. Pensando em ajudar você, preparamos lgumas dicas valiosas. Continue a leitura e veja como manter o armazenamento interno do PC em dia e não sofrer mais para achar algum documento importante. 5 dicas para manter o armazenamento interno do PC em dia Eliminar arquivos que não estão sendo usados, fazer o backup em unidades externas, renomear documentos e outras ações podem melhorar a organização do armazenamento interno do PC. Veja as dicas abaixo e como aplicar cada uma delas. 1 – Livre-se de arquivos não utilizados Para eliminar arquivos que você não usa mais, acesse as Configurações de seu PC. Aperte as teclas do Windows + I. Depois, clique em Sistema > Armazenamento > Arquivos Temporários. Após isso, selecione todas as caixas e toque no botão Remover Arquivos. Esse processo provavelmente vai liberar um bom espaço em seu armazenamento interno. Também volte na janela de Armazenamento e veja quais são os aplicativos instalados que você não usa mais para retirá-los do PC. 2 – Realize o backup de seus dados em unidades externas O backup é uma maneira mais fácil de organizar os seus arquivos, deixá-los ainda mais seguros e até poupar espaço no armazenamento interno de seu PC. Para fazer isso, você pode utilizar unidades externas, como HDs ou pen drives. Outra opção muito boa é utilizar o armazenamento em nuvem. Para os computadores Windows, por exemplo, existe a opção do OneDrive, que pode ser usado de forma gratuita até 5 GB. Depois, os planos são pagos. A nuvem também traz como vantagem a sincronização de arquivos ou pastas do PC, o que faz com que esses itens sejam salvos automaticamente nesse espaço. 3 – Renomeie os seus arquivos Para manter o armazenamento interno do PC em dia não basta apenas otimizar o espaço. Também é necessário organizar os itens. Uma das maneiras mais eficientes é renomear os arquivos. Uma dica é sempre nomear de acordo com o conteúdo do arquivo. Isso porque às vezes, ao baixar um item, por exemplo, ele vem com um nome aleatório, o que dificulta a sua identificação após um certo tempo. Ao colocar o nome correto, fica mais fácil pesquisar o termo e achar o item depois. 4 – Organize as pastas Você pode melhorar o fluxo de suas atividades no PC apenas organizando suas pastas. Por exemplo, você pode classificá-las por assuntos principais e organizá-las em subtemas. Para ilustrar melhor, é possível criar uma pasta com o nome “Faculdade”. Nela, você pode inserir subpastas como “trabalhos acadêmicos”, “estudos”, “disciplinas”, etc. Faça o mesmo com outras coisas importantes, como trabalho e até a sua pasta pessoal, que pode ter subpastas para “Fotos”, “Planos” e outras coisas. 5 – Utilize ferramentas de otimização As ferramentas de otimização de sistema podem realizar todo o trabalho necessário para manter o armazenamento interno de seu PC em dia. Isso porque elas ajudam a eliminar regularmente arquivos temporários e inúteis, liberando memória e atualizando seus drivers. Um exemplo de ferramenta é o Microsoft PC Manager para Windows 11. Ela faz uma limpeza profunda escaneando o computador e encontrando itens inúteis que você não precisa mais. De forma automática, o serviço consegue achar arquivos maiores que 1 GB que não foram utilizados por pelo menos 10 dias. Assim, você só vai precisar selecionar os arquivos que deseja eliminar. Depois, basta clicar em “Excluir”.   Fonte: Olhar Digital

Astronautas “presos” voltam à Terra nesta terça após 9 meses no espaço

Sunita “Suni” Williams e Barry “Butch” Wilmore, os astronautas que passaram meses “presos” na Estação Espacial Internacional (ISS), finalmente voltaram à Terra. Após mais de 280 dias em órbita eles retornaram junto do astronauta Nick Hague e do cosmonauta Aleksandr Gorbunov em uma cápsula Crew Dragon, da SpaceX. A espaçonave desceu às águas do Golfo do México. Em cerca de uma hora, os astronautas já haviam deixado o veículo e logo seguiram para exames de rotina. “Que viagem! Vejo uma cápsula cheia de sorrisos de orelha a orelha”, comentou o comandante Hague após o retorno. Williams e Wilmore chegaram à ISS em junho do ano passado com a cápsula Starliner, da Boeing, para passar no máximo 10 dias por lá. No entanto, os problemas técnicos do veículo fizeram com que a NASA e a Boeing decidissem que o mais seguro era que a espaçonave voltasse vazia à Terra. Como resultado, a dupla precisou passar mais tempo em órbita no lugar de outros dois astronautas em solo, que vão servir em outras missões. Tanto Wilmore quanto Williams são capitães da Marinha norte-americana já aposentados, e declararam várias vezes que não se importavam de passar mais tempo que o planejado no espaço. Agora, Williams se tornou a segunda astronauta norte-americana com o maior tempo no espaço: ela soma 608 dias em órbita no total, ficando atrás apenas de Peggy Whitson, que acumulou 675 dias. Eles devem passar alguns dias no Centro Espacial Johnson, em Houston, para realizar exames médicos e depois ir para casa. “Eles vão ter um tempo de descanso bem merecido com suas famílias”, comentou Steve Stitch, diretor do Commercial Crew Program, na NASA. “Foi um período longo para eles”, finalizou.

Fotografia com o celular de ponta-cabeça: a imagem fica melhor ou é só um mito?

Existe uma crença popular de que deixar o celular de ponta-cabeça faz a câmera tirar fotos melhores. Mas será que as imagens ficam boas mesmo ou é só impressão? 📸Fato é que a resolução da câmera do smartphone vai ser sempre a mesma, independentemente da posição que estiver o aparelho – para cima, para baixo ou para os lados. 🙃 Virar o celular para que a câmera fique embaixo permite brincar com ângulos e perspectivas diferentes, o que pode fazer com que as fotos pareçam melhores, como se tivessem sido feitas por profissionais. É o que dizem os especialistas consultados, que deram dicas para usar melhor a câmera do smartphone. Veja as recomendações a seguir: 🔻 Inverter para melhorar os ângulos É comum ver fotógrafos usando tripés para segurar a câmera mais baixo ou mesmo se agachando para tirar uma foto, principalmente em cenas com crianças ou pets. Por que eles fazem isso? Para melhorar o ângulo da foto e deixar o objeto fotografado no centro da imagem. “Virar o celular é uma forma de você abaixar o ângulo da câmera, sem precisar se abaixar”, explica o fotógrafo Luca Pucci. “Se inverte a câmera, ela fica pelo menos uns 10 cm mais para baixo, se aproximando um pouco mais do ângulo que um fotógrafo conseguiria”. 👀 Brincar com a perspectiva Virar o celular ao contrário e alternar a lente para a grande angular, em aparelhos que têm essa opção, “dá a sensação de grandiosidade, de imponência. Pode ser uma escultura, uma estátua, uma pessoa”, comenta o fotógrafo Paulo Barba. Funciona muito bem com pets, como dá para ver nas imagens a seguir. Se visto por cima, fica bom, mas com a sensação de que pode melhorar. Deixar a câmera invertida no nível do chão tem até nome técnico, vindo do cinema, lembra Barba: contra-plongé, quando a lente fica abaixo do nível dos olhos do espectador. Só lembrar de “Bastardos Inglórios”, por exemplo. Visto no nível do chão, com a câmera invertida, cria um outro visual para a foto. É um ajuste de perspectiva que pode melhorar até fotos de paisagens: 📲Manter no nível da mesa para profundidade Outro uso criativo da câmera invertida é na mesa – da cozinha, do escritório ou do restaurante. Para comida, o ato de virar o celular ajuda a aproximar do prato, lembra Pucci. E ainda ajuda na ergonomia de clicar com o botão para cima, diz Barba. A dica da mesa (ou de uma superfície plana) ajuda a criar profundidade na cena, como dá para ver no exemplo a seguir. ☂ Faça uma sombra Em ambientes externos, segurar o celular de cabeça para baixo pode ajudar a criar uma sombra sobre a lente com a mão, como o parasol das lentes das câmeras profissionais, lembra Pucci.. Esse acessório ajuda a proteger a lente de luz adicional, evitando reflexos na imagem e melhorando o contraste do resultado final. 📹 Também serve para vídeos O truque da câmera invertida em cima da mesa – ou de uma superfície plana – pode ser adaptado para vídeos, na hora de filmar objetos pequenos ou pratos de comida. Superfície serve como base para o celular “deslizar” na hora de fazer um vídeo — Foto: Henrique Martin/g1 Paulo Barba indica mover a câmera durante a filmagem em torno ou em direção ao objeto, o que ajuda a dar mais estabilidade durante o movimento. Vídeo usando a superfície como base para mover a câmera — Foto: Henrique Martin/g1 ⚠️ Tome cuidado com retratos Para tirar fotos de pessoas, o resultado pode variar muito. É sempre bom lembrar que a lente da câmera próxima ao chão pode deixar o modelo um pouco maior – pernas, papada e barriga podem “crescer”. E quem estiver passando por perto pode achar que você está tirando fotos impróprias do modelo, já que a câmera está na linha do chão. 🤳 E as selfies? Selfie de ponta-cabeça não é comum, diz Barba. A lente da câmera frontal.já está na altura dos olhos. É melhor deixar o celular na posição normal e, se tiver a opção, fazer a selfie com grande-angular, mais aberta (alguns modelos de celulares mais avançados, como iPhone e Galaxy, permitem fazer essa mudança). “Mostrar o ambiente ao redor faz diferença dependendo de onde você está”, conclui o fotógrafo.

Drones podem espionar pessoas em suas casas? Veja as regras e o que fazer se for vítima

Duas mulheres, uma no litoral e outra no interior de São Paulo, disseram ter sido espionadas, de dentro das suas casas, por drones, nas últimas semanas. Por mais que não existam regras específicas sobre a espionagem com esses aparelhos, há regulamentos e leis que protegem os direitos das vítimas nesses casos, segundo especialistas consultados pelo g1. Uma das vítimas, Milena Augusta (na foto abaixo), contou, inclusive, que estava nua, em um momento íntimo, quando o aparelho se aproximou e ficou parado na frente da janela de seu apartamento, no segundo andar (veja a sua reação no vídeo no final da reportagem). Cabe à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) regular o uso de drones. Mas a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) também têm normas sobre o tema para casos específicos. Embora não trate diretamente de espionagem, a Anac proíbe drones (de qualquer tamanho ou tipo) de se aproximarem a menos de 30 metros, na horizontal, de pessoas sem seu consentimento. A regra vale para locais públicos ou privados.   A exceção são os aparelhos que estejam separados por uma barreira forte o suficiente para impedir o contato com outras pessoas, segundo a Anac. Mas a agência não define exatamente o que seriam essas barreiras. Se o drone ultrapassar esse limite, a agência pode, eventualmente, suspender a sua operação ou multar o operador, descreve Fabio Falkenburger, advogado especialista em aviação do escritório Machado Mayer. A lei brasileira, apesar de não mencionar diretamente casos de espionagem com drones, protege direitos como os de privacidade e de propriedade, explica Patrícia Peck, advogada especialista em direito digital. “Uma coisa é uma captura de imagem em espaços públicos, ambientes abertos, outra é quando tratamos da esfera mais íntima, como em ambientes privados. Nesses casos, ainda mais graves, o direito à privacidade é garantido pela nossa Constituição Federal”, destaca. Além disso, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) também prevê a transparência na captura de dados pessoais, ou seja, que as pessoas sempre devem ser avisadas antes de terem a sua imagem gravada, especialmente quando são dados sensíveis, como os que contêm nudez. Também existe a lei Rose Leonel (13.772/18), que criminaliza o “registro não autorizado da intimidade sexual” e pode ser aplicada em gravações que envolvam nudez, destaca Vinícius Padrão, advogado especializado em direito digital, tecnologia e proteção de dados. Quando as violações acontecem entre vizinhos, há também regras do Código Civil que proíbem práticas de moradores que desrespeitem a segurança, o sossego e a saúde dos demais, segundo Peck. Mesmo que o drone não entre diretamente na casa, o fato de ele estar no espaço aéreo do condomínio, sem autorização, já viola o direito à propriedade, garantido pela Constituição, explica Falkenburger. Além do operador do drone, o condomínio também pode ser responsabilizado por não ter tomado medidas para proteger os moradores, nas situações em que eles são espionados de dentro de seus apartamentos, defende Peck. Isso significa que a vítima pode processar tanto o piloto do drone quanto, eventualmente, o condomínio, pedindo compensação pela violação dos direitos à propriedade e à privacidade, por exemplo, descreve a advogada. 🚨 ​O que a vítima pode fazer Quem for alvo de espionagem por drones deve registrar o ocorrido tanto na delegacia quanto na Anac, segundo os especialistas. Isso é importante para as autoridades serem informadas e, eventualmente, tomem novas medidas sobre o tema. Para responsabilizar o piloto, as vítimas têm diferentes opções, dependendo das informações que elas têm em mãos, segundo Padrão. O especialista aponta três cenários e indica possíveis ações para cada um: se há provas (como vídeos de câmeras do condomínio) de quem é o piloto➡️ é possível processá-lo; se a vítima tem acesso ao registro do drone (combinação de 9 números, que deve estar na legível na superfície do aparelho) ➡️ Isso pode acontecer, por exemplo, se o aparelho cair dentro da casa da pessoa que está sendo vigiada. Nesse caso, a informação pode ser usada para consultar o responsável no site da Anac. No entanto, a agência só exige que drones acima de 250g sejam registrados; se a pessoa não tem informações sobre o piloto ou o drone ➡️ o ideal é registrar um boletim de ocorrência com o máximo de detalhes (horário, cor e tamanho do drone, etc.) e relatar suspeitas de quem é o piloto, se houver. Dessa forma, a polícia poderá iniciar uma investigação.

4 recursos do ChatGPT que deixam as IAs rivais com inveja

O ChatGPT, chatbot de inteligência artificial da OpenAI, tem diversos concorrentes, como Gemini Google , Claude.AI e Deepseek e busca sempre diferenciais que possam atrair mais usuários. Dentre os destaques, estão recursos de memória e modo de voz que podem otimizar a realização de diversas tarefas. Além disso, o chatbot também disponibiliza a função explorar, para que as pessoas consigam usar diferentes versões da IA dependendo do que pretendem realizar. Na lista abaixo, o TechTudo organizou quatro recursos do ChatGPT que o diferenciam de outros chatbots de IA rivais. Confira. 1. Modo de Memória   Modo de Memória otimiza a interação dos usuários com o ChatGPT — Foto: Reprodução/Juliana Villarinho O modo de memória é um recurso para que o ChatGPT consiga se lembrar de chats antigos com o intuito de melhorar a experiência do usuário em interações futuras. Isso evita, portanto, a repetição de informações que já foram passadas anteriormente e usadas com frequência. Assim, a pessoa pode pedir para que o chabot lembre de algum dado já compartilhado. Por outro lado, é possível dizer para o chatbot esquecer uma informação, seja por meio de conversas ou das configurações. O usuário ainda consegue desligar a funcionalidade. Vale destacar que o Modo de Memória está disponível no plano gratuito ou nos pacotes Plus, Team e Enterprise. Além disso, o ChatGPT permite que os usuários saibam quando as memórias são atualizadas. Basta acessar o tópico “Memória atualizada” e “Gerenciar memórias” para acessar tudo o que o ChatGPT já armazenou das conversas. 2. Modo de Voz Avançado   Modo de Voz Avançado está disponível no ChatGPT — Foto: Reprodução/Gisele Souza Outro diferencial do ChatGPT é o Modo de Voz Avançado, que torna as conversas mais naturais, pois consegue entender e interagir com o usuário por meio da fala. Ao acessar o ChatGPT, basta clicar no ícone de voz e, em seguida, tocar no microfone para falar com o chatbot. A funcionalidade é capaz de fazer diferentes entonações, que indicam emoções distintas. Vale ressaltar que o Modo de Voz Avançado é limitado diariamente no plano gratuito. O ChatGPT emite um aviso quando o usuário tiver três minutos restantes de áudio. Depois disso, a conversa é encerrada imediatamente, sendo possível continuar usando o modo de voz padrão. É importante destacar, também, que o Modo de Voz Avançado não pode criar ou acessar memórias anteriores nem instruções personalizadas. 3. GPTs Personalizados   A aba “Explore GPT” fornece ao usuário um vasto catálogo com opções de IAs diferentes — Foto: Reprodução/Gabriel Pereira Outro diferencial são os GPTs, versões personalizadas do ChatGPT, que foram criadas por usuários para otimizar o chatbot. Na aba “Explore GPTs”, há várias versões do chatbot pré-programados para uma série de tarefas, como produção de conteúdos escritos, geração de imagens, organização de documentos, traduções e muito mais. O mais interessante é que qualquer pessoa pode criar um GPT, pois, conforme a OpenAI, não é preciso usar códigos ou algum processo complexo para fazer a própria versão personalizada. No entanto, para compartilhá-la com outros usuários ou disponibilizá-la na loja oficial, é necessáro ser assinante do plano Pro ou Plus. 4. Canvas Canvas permite destacar trechos para que o ChatGPT faça edições — Foto: Divulgação/OpenAI Por fim, o Canvas é outra ferramenta que destaca o ChatGPT em comparação com os chatbots rivais. De modo geral, o Canvas é uma interface que serve para ajudar o usuário em um projeto. A função abre uma janela paralela à conversa original, visando facilitar a edição e a revisão de projetos com foco em produção de textos ou códigos de programação. Em suma, o Canvas funciona para deixar o chatbot mais eficiente em tarefas que exigem alterações em um texto ou geração de código. Ao usar o recurso, o usuário pode acessar um ambiente de trabalho colaborativo para refinar os materiais criados pela IA. É possível, por exemplo, marcar partes específicas de um texto para o chatbot entender o que deve ser alterado, editar diretamente o texto ou o código, e até mesmo dar feedbacks e sugestões para o projeto. Com informações de OpenAI (1 e 2) e TechTudo (1 e 2).