Câmara de Araguaína aprova criação do Festival Nacional de Teatro

As sessões ordinárias da Câmara Municipal de Araguaína neste mês estão sendo realizadas entre os dias 14 e 18 de setembro. Durante a sessão desta quarta-feira (9), os vereadores aprovaram, em segunda votação, o Projeto de Lei nº 010/2026, que institui o Festival Nacional de Teatro de Araguaína. A proposta cria um evento cultural voltado à valorização das artes cênicas e deverá ser realizado anualmente, no segundo semestre de cada ano. A data será definida pela Secretaria Municipal de Esporte, Cultura e Lazer (SEMECL). FESTIVAL DEVERÁ OCORRER TODOS OS ANOS De acordo com o projeto, o festival terá entre seus objetivos incentivar a cultura e fomentar a produção teatral local e regional. A iniciativa também busca promover o intercâmbio cultural entre artistas, grupos e companhias de teatro, além de ampliar a valorização das artes cênicas no município. PROJETO PREVÊ PREMIAÇÕES A ARTISTAS O presidente da Câmara Municipal, Max Fleury, destacou a importância da criação do festival para o setor cultural de Araguaína. “Muito importante essa valorização da cultura, proporcionando a realização de apresentações culturais, além de premiações e reconhecimento aos artistas”, afirmou. OUTRAS PROPOSTAS FORAM VOTADAS Durante a sessão desta quarta-feira, os vereadores também votaram um projeto de lei complementar e, em primeira votação, o Projeto de Lei nº 0020/2026. Além das propostas legislativas, foram apreciados requerimentos e moções. Fonte: Portal O Norte
TSE abre consulta a locais de votação e inicia prazos eleitorais no Tocantins

O aplicativo e-Título e o portal do Tribunal Superior Eleitoral disponibilizam, a partir desta terça-feira, 1º de setembro, a consulta atualizada aos locais e seções de votação, incluindo as alterações referentes à transferência temporária de eleitores. A data inaugura uma sequência de prazos que envolvem a fiscalização de campanhas, organização logística da votação e obrigações financeiras dos partidos políticos. Ainda nesta terça-feira, os Tribunais Eleitorais encerram o prazo para requisitar, por ofício, arquivos eletrônicos de notas fiscais à Receita Federal e às secretarias estaduais e municipais de Fazenda, além de solicitar aos Poderes Executivos a identificação de permissionários de serviços públicos, dados utilizados no controle de gastos eleitorais. Outras datas 4 de setembro (sexta-feira): Último dia para partidos e federações preencherem vagas remanescentes de chapas proporcionais, observando os percentuais mínimos e máximos por gênero. Na mesma data, os juízos eleitorais devem concluir o planejamento e a requisição de veículos para o transporte de eleitores, instalar comissões especiais de transporte e publicar os editais com nomes de escrutinadores e auxiliares. 8 de setembro (terça-feira): Prazo limite para que os diretórios partidários efetuem a distribuição dos recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e do Fundo Partidário destinados às candidaturas de mulheres, pessoas negras e indígenas. 9 a 13 de setembro: Período em que candidatos, partidos e coligações devem enviar obrigatoriamente à Justiça Eleitoral a prestação parcial de contas, registrando toda a movimentação financeira e os recursos estimáveis em dinheiro ocorridos desde o início da campanha até o dia 8 de setembro.
Para 81% dos brasileiros, é fundamental que candidato acredite em Deus

Oito em cada dez brasileiros e brasileiras (81%) afirmam ser fundamental que seus (suas) candidatos (as) nas eleições acreditem em Deus. Essa percepção é mais aguçada entre classes mais pobres (89% das pessoas cujos rendimentos não passam de um salário mínimo) do que entre os mais ricos (57%, entre aqueles que ganham de 10 a 20 salários mínimos mensais). Os dados integram levantamento inédito do Laboratório de Estudos Socioantropológicos em Política, Arte e Religião (LePar), da Universidade Federal Fluminense (UFF), apresentado nessa quarta-feira (19) na abertura do 1º Congresso Internacional e Multidisciplinar sobre Sociedade: religião, política e valores, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A análise mostra a figura do Deus cristão, sobretudo nos estratos mais pobres. Sete em cada dez pessoas ouvidas (74%) concordam que Deus faz as pessoas serem melhores (entre os que ganham até um salário mínimo, a taxa é de 86%). Já 82% defendem que as escolas devem ensinar crianças e adolescentes a acreditar em Deus. “Mas, curiosamente, essa valorização significativa de Deus não se traduz em mais confiança nas instituições religiosas, sobretudo igrejas, que costuram o cotidiano religioso”, afirmou a socióloga Christina Vital, do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFF. No estudo, 56% das pessoas disseram que confiam na Igreja Católica – a instituição com mais credibilidade no Brasil. Depois, apareceram as igrejas protestantes (51%) e os centros kardecistas (19%). Christina avaliou que isso atinge a própria ideia de Estado: metade (54%) da amostra da pesquisa defende que o Estado não seja laico. “Existe confusão sobre o que é laicidade. Quando perguntadas sobre isso, ouvimos muitas coisas diferentes e que não se relacionam com a separação entre religião e Estado”, disse. Para Michel Gherman, que lidera o Observatório das Crises das Democracias das Américas (UNLP) da UFRJ, esses números apontam como as extremas direitas instrumentalizaram as religiões a partir do desejo de retorno a uma espécie de tempo sagrado. “Isso significa dizer que não foi a ascensão desse cristianismo protestante no Brasil que fortaleceu a extrema direita, mas, antes, foi ela quem conseguiu instrumentalizar alguns valores dessa percepção religiosa do mundo para o seu ‘projeto de passado’”, avaliou. Ele citou como exemplo o fato de sete em cada dez candidatos a cargos políticos no Rio de Janeiro acreditarem (ou dizerem que acreditam) que existe uma espécie de conspiração progressista para degeneração moral das pessoas por meio da escola. “Como essas práticas religiosas têm certo desejo de ordem, elas produzem essas teorias de que ‘existe algo que não vemos’, mas que governa as coisas. E, daí, as extremas direitas se valem disso para se fortalecer”. Christina Vital, da UFF, disse que existe uma retórica universal da perda de algo, no presente, que havia no passado. “E ela atravessa a cor da pele, as classes sociais, o gênero, etc.”. Esse medo não tem uma conformação política única, mas tem contornos mais à esquerda e outros mais à direita. “No campo do gênero, por exemplo, é de onde surge a ideia de que as mulheres adquiriram espaços sociais que não deviam”. “Mas é um fato que existe regularidade estatística entre ser evangélico e votar na extrema direita. Isso significa uma relação de identidade: os brasileiros votam em quem julgam que se parecem com eles”, disse Lucio Rennó, cientista político da Universidade de Brasília (UnB).
Propaganda eleitoral começa neste domingo, 16; horário no rádio e TV será no dia 28

O prazo para o registro de candidaturas para as Eleições 2026 termina neste sábado, 15. A partir de domingo, 16, os candidatos aos cargos de presidente da República, governador, senador, deputado federal e deputado estadual ganham autorização legal para iniciar a propaganda eleitoral geral nas ruas e na internet. Segundo o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão ocorre de 28 de agosto a 1º de outubro, intervalo destinado ao primeiro turno da disputa. Para garantir a igualdade de condições entre os concorrentes, a Justiça Eleitoral impõe restrições à programação diária dos veículos de comunicação desde 6 de agosto. A legislação proíbe a veiculação de propaganda política fora do horário reservado por lei e veda o tratamento privilegiado a candidatos, partidos ou coligações. As regras atingem o jornalismo e o entretenimento. As emissoras não podem transmitir dados de pesquisas com identificação de participantes ou manipulação de resultados. A norma proíbe também a exibição de filmes, novelas ou atração satírica com alusões positivas ou negativas aos disputantes.
Tocantins registra aumento do eleitorado indígena e quilombola para as Eleições 2026

Os povos originários e tradicionais são parte inerente do estado do Tocantins e isso não é diferente nas eleições. Com a autodeclaração étnica e racial em curso desde novembro de 2022, indígenas e quilombolas já representam 0,49% e 0,41%, respectivamente, no eleitorado tocantinense de 1,18 milhão das Eleições Gerais de 2026. Entre os indígenas, o índice cresceu 27%, indo de 4.526 para 5.739 eleitores este ano. Os maiores números se concentram nas etnias Krahô (1.511), Xerente (1.234), Apinajé (1.147), Karajá (715) e Javaé (665). Já o eleitorado quilombola cresceu 88% em relação ao último pleito. Os números foram de 2.562 para 4.827 e isso reflete a campanha da Justiça Eleitoral tocantinense em fomentar a autodeclaração racial e étnica no cadastro eleitoral, principalmente com os atendimentos itinerantes realizados nos quilombos. Autodeclaração em curso A Justiça Eleitoral começou a coletar esses dados após as Eleições 2022. Como são informações autodeclaratórias, é importante que eleitoras e eleitores atualizem seu cadastro eleitoral e amplie seus dados biográficos. No eleitorado tocantinense de 2026, somente 30% dos eleitores fizeram a autodeclaração racial/étnica, ou seja, foram 352.831 pessoas. No entanto, esse índice de respondentes já é bem maior do que os que responderam em 2024, quando apenas 18% do eleitorado declarou raça/etnia à Justiça Eleitoral do Tocantins. Programas e itinerantes A Justiça Eleitoral do Tocantins tem sido atuante com as comunidades indígenas e quilombolas. Desde 2018, programas permanentes de inclusão sociopolítica são promovidos para essas comunidades, levando informações, orientações e atendimento eleitoral para mais perto da população. Os eventos também podem incluir instituições parceiras, ampliando os serviços prestados às comunidades, como orientação jurídica e atendimento médico. Além dos programas especiais, os itinerantes realizados pela Justiça Eleitoral do Tocantins em diversos municípios e locais distantes dos cartórios eleitorais também são levados para aldeias indígenas e quilombos. Além de prestar serviços com dignidade à população, a iniciativa facilita a coleta dos dados biográficos e aumenta a contagem do eleitorado de povos originários e tradicionais. Estatísticas Os dados utilizados podem ser conferidos, na íntegra, na página de estatísticas da Justiça Eleitoral. Com a divulgação dos números definitivos do eleitorado, a Justiça Eleitoral do Tocantins dá continuidade aos preparativos para as Eleições 2026, orientando e planejando a execução do pleito em todo o estado.
Brasil tem quase 2 milhões de eleitores com deficiência, aponta TSE

As eleições gerais deste ano contarão com o maior número de eleitoras e eleitores com deficiência aptos a votar. Dados do Tribunal Superior Eleitoral revelam que 1.963.551 pessoas têm algum tipo de deficiência, um crescimento de 42,5% em relação a 2022, quando esse número era de 1.377.787 pessoas. Os tipos de deficiência incluem pessoas com dificuldade de locomoção, deficiência visual, deficiência auditiva, deficiência física, intelectual ou outras condições que demandem adaptações no local de votação. Entre os eleitores com deficiência aptos a votar nas Eleições 2026, 45,46% do total se enquadram na categoria “outros”. Aproximadamente 617 mil pessoas declararam ter deficiência de locomoção; 319 mil têm deficiência visual e mais de 182 mil têm deficiência auditiva. Mais de 64 mil pessoas com deficiência informaram ter dificuldade para o exercício do voto. Para acompanhar esse aumento, a Justiça Eleitoral ampliou a estrutura destinada a garantir o exercício do voto com autonomia e segurança. O número de seções eleitorais principais com acessibilidade passou de 156.296 em 2022 para 223.587 este ano, um crescimento de 43%. Quem necessita de um local de votação adaptado pode solicitar a transferência para uma seção eleitoral acessível, instalada em locais com rampas, elevadores e trajetos livres de obstáculos físicos, por exemplo. Para isso, é necessário atualizar o cadastro junto à Justiça Eleitoral, informando a condição de deficiência ou mobilidade reduzida. O pedido pode ser feito pelos canais oficiais da Justiça Eleitoral ou presencialmente no cartório eleitoral. O prazo para solicitar a transferência para uma seção acessível termina no dia 20 de agosto.
Dorinha reúne multidão e mais de 100 prefeitos em lançamento da União pelo Tocantins

Com um público estimado de mais de 12 mil pessoas pela Polícia Militar, na noite de quarta-feira, 15, no Ginásio Pedro Quaresma, em Araguaína, mostrou a comunhão e a força política do grupo União pelo Tocantins.O evento contou com a presença do governador, Wanderlei Barbosa, mais de 100 prefeitos, parlamentares, vereadores e lideranças políticas de todas as regiões do Estado, marcando o início da caminhada eleitoral da aliança formada por União Brasil, PL, Progressistas, Republicanos, Podemos e PRD. O ato foi realizado no mesmo ginásio onde o prefeito Wagner Rodrigues lançou, em 2024, a candidatura que resultou em sua reeleição com a maior votação da história de Araguaína, alcançando 78% dos votos válidos. O encontro também simbolizou a união de lideranças que estiveram em campos políticos diferentes nas eleições municipais e que agora integram o mesmo projeto para as eleições estaduais. Em seu discurso, a senadora e pré-candidata ao Governo do Tocantins, Professora Dorinha (União), afirmou que sua atuação parlamentar alcança todos os municípios do Estado e destacou que os recursos destinados ao longo do mandato permanecem no Tocantins, transformados em obras, equipamentos e investimentos. “Eu estou nos 139 municípios. Com recurso, obra e compromisso. Aqui tem uma mulher que fez uma escolha pelo Tocantins. Estou preparada.” Ao falar sobre o trabalho desenvolvido no Senado, Dorinha destacou que os recursos destinados pelo mandato têm contribuído para melhorar a infraestrutura e os serviços públicos nos municípios. “Os recursos viraram trator, caminhão, creches, escolas, asfalto, cuidado com gente, com o Tocantins. As emendas ficam no Tocantins. Eu não mando para outro lugar.” Anfitrião do encontro, o prefeito Wagner Rodrigues afirmou que o lançamento representou um momento importante para o grupo político. “Aqui é um momento de responsabilidade. Estamos com nossa pré-candidata ao Governo, senadora Dorinha. Esse Estado vai continuar no caminho certo.” Além do público, o lançamento reuniu prefeitos, vice-prefeitos, deputados, vereadores e lideranças de todas as regiões do Tocantins. “Daqui para frente, a Dorinha não é mais senadora, ela é a nossa pré-candidata ao Governo do Estado.” Foi com essa declaração que o prefeito de Araguaína, Wagner Rodrigues, apresentou a senadora Professora Dorinha (União Brasil) ao público durante o lançamento das pré-candidaturas da aliança União pelo Tocantins, realizado na noite desta quarta-feira (15), no Ginásio Pedro Quaresma. O evento reuniu milhares de pessoas, além de prefeitos, parlamentares, vereadores e lideranças políticas de diversas regiões do Estado. Ao abrir o encontro, Wagner afirmou que o momento representa uma nova etapa do projeto político para o Tocantins e reforçou publicamente seu apoio à pré-candidatura de Dorinha ao Palácio Araguaia. “Estamos aqui com a nossa pré-candidata ao Governo do Tocantins, a senadora Professora Dorinha. Aliás, a partir de agora, vamos deixar de chamá-la apenas de senadora. Daqui para frente, ela é a nossa pré-candidata ao Governo do Estado”, declarou. O prefeito também defendeu a continuidade da união entre as lideranças que integram a aliança. “Tenho certeza de que, com o apoio de todos, estaremos juntos nessa caminhada para que o Tocantins continue no caminho certo, garantindo o melhor para o nosso povo e fortalecendo as parcerias em todo o Estado.” Trajetória consolidada Professora Dorinha lembrou que sua trajetória política foi construída com resultados concretos para os municípios tocantinenses e disse que pretende levar essa experiência para a gestão do Estado. “Foram três mandatos como deputada federal e agora estou no meu primeiro mandato como senadora. Nesse período, mais de R$ 2,7 bilhões destinados ao Tocantins se transformaram em tratores, caminhões, creches, escolas, asfalto e investimentos na saúde. As minhas emendas ficam no Tocantins. O recurso que recebo volta para a população em obras, equipamentos e serviços.” Ao falar sobre sua pré-candidatura, Dorinha relacionou sua experiência na educação à vida pública e destacou o vínculo construído ao longo dos anos com diferentes gerações de tocantinenses. “Sou professora. Tenho ex-alunas e ex-alunos que hoje ocupam funções importantes no Tocantins. É uma trajetória que começou na sala de aula, passou pela Secretaria de Educação do Estado, Câmara dos Deputados, chegou ao Senado e agora me coloca diante do desafio de cuidar do nosso Estado. Vamos percorrer todo o Tocantins para ouvir as pessoas, conversar com a juventude e, no momento certo, apresentar o projeto que queremos construir para o futuro do Estado.” Dorinha participou do encontro ao lado do governador Wanderlei Barbosa, o pré-candidato à reeleição, senador Eduardo Gomes, pré-candidatos ao Senado, Carlos Gaguim, Ronaldo Dimas e Eli Borges, a pré-candidata a deputada federal Janad Valcari, representantes do União Brasil, Progressistas, PL, Republicanos, Podemos e PRD, além de dezenas pré-candidatos a deputado estadual e federal e de prefeitas e prefeitos do estado que foram prestigiar o evento.
OAB pede que STF autorize comunicação entre Flávio e Jair Bolsonaro

O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil protocolou um ofício ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes pedindo que seja assegurada a comunicação entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. O pedido considera que o senador tem direito a se comunicar com o ex-presidente por ser seu advogado e que essa comunicação é indispensável ao exercício da natureza técnica da advocacia O documento foi apresentado após representação encaminhada pelo advogado Flávio Bolsonaro à Procuradoria Nacional de Defesa das Prerrogativas. Nesta segunda-feira (13), Moraes ordenou a suspensão de visitas de Flávio a Jair, após o senador divulgar em redes sociais uma carta do ex-presidente. A divulgação, feita no sábado (11) representa, para o ministro do STF, desrespeito a determinação de afastamento de Jair Bolsonaro das redes sociais e desvio de finalidade no exercício do direito de visita. Segundo a OAB, a manifestação tem caráter técnico e exclusivamente institucional e não ingressa no mérito da decisão judicial nem das circunstâncias que a motivaram. O objetivo, informa a OAB, é o de “assegurar o exercício da defesa técnica, em observância às prerrogativas da advocacia previstas no Estatuto da Advocacia”. “A OAB está à disposição para defender as prerrogativas profissionais de todas as advogadas e de todos os advogados do país, independentemente de quem eles representem ou de qualquer circunstância relacionada ao caso concreto. Trata-se de assegurar direitos previstos em lei e indispensáveis ao pleno exercício da advocacia”, afirmou via assessoria o procurador nacional de Defesa das Prerrogativas da OAB, Alex Sarkis. O ministro Alexandre de Moraes ainda não se manifestou sobre o ofício da OAB. Em sua decisão na segunda-feira, o ministro também determinou que o caso seja enviado ao Ministério Público Eleitoral para ciência e adoção das medidas cabíveis em função do período eleitoral. No ano passado, Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo da trama golpista. Após passar por cirurgia, obteve autorização judicial para cumprir a pena em prisão domiciliar.
Lucas Campelo defende renovação política durante encontro com apoiadores em Palmas

O vereador de Araguaína Lucas Campelo (Republicanos), pré-candidato a deputado federal, reuniu apoiadores e lideranças políticas na noite desta terça-feira (7), em Palmas, em um evento organizado pelo ex-vereador Lúcio Campelo, seu tio. A agenda faz parte da estratégia de ampliar a presença política da pré-campanha além de Araguaína, principal base eleitoral do parlamentar, e consolidar apoios em outras regiões do Tocantins. PRÉ-CAMPANHA EM EXPANSÃO Durante o encontro, Lucas Campelo afirmou que pretende disputar a eleição defendendo a renovação da representação política do Tocantins na Câmara dos Deputados. Segundo ele, a pré-campanha tem atraído apoiadores em diferentes regiões do estado e busca reunir lideranças comprometidas com o projeto. “A população quer uma renovação. Nossa pré-campanha é uma campanha abençoada por Deus, com muitas pessoas boas, muitas pessoas comprometidas querendo fazer parte do projeto”, afirmou. DEFESA DA RENOVAÇÃO Ao falar sobre o perfil dos candidatos que pretende defender, o vereador disse que o eleitor passou a cobrar uma postura diferente da classe política. “A população quer pessoas sérias, pessoas comprometidas e que façam realmente a diferença para nossa população. Você que está entrando na política pensando em benefício próprio, você vai ficar de fora dela, porque a população acordou”, declarou. ARTICULAÇÕES POLÍTICAS A movimentação em torno da pré-candidatura de Lucas Campelo também ocorre em meio às articulações para a formação da chapa do Republicanos à Câmara dos Deputados. A expectativa é que a legenda, presidida no Tocantins pelo governador Wanderlei Barbosa, amplie sua representação federal. O vereador tem intensificado agendas políticas em diferentes regiões do estado, buscando ampliar sua base de apoio e fortalecer o projeto eleitoral para as eleições de 2026.
Exército entrega armas de Bolsonaro à PF e informa falta de duas

O Batalhão de Polícia do Exército (BPE) informou nesta segunda-feira (6) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que entregou à Polícia Federal (PF) as armas de fogo registradas em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro. O batalhão também comunicou que duas das oito armas não foram entregues porque não estavam sob sua guarda. A entrega foi determinada pelo ministro após a renovação da prisão domiciliar concedida ao ex-presidente. De acordo com a defesa de Bolsonaro, todo o armamento do ex-presidente está guardado nas instalações do Exército. Na última sexta-feira (3), Moraes determinou a suspensão do porte de arma de Bolsonaro e a apreensão das armas que estão registradas em nome do ex-presidente. A decisão foi motivada pela repercussão do caso da apreensão de uma arma com um dos seus seguranças particulares. Apesar de a Polícia Civil do Distrito Federal não ter indiciado o ex-presidente e afirmar que as armas estão legalizadas, o ministro entendeu que a posse de armamentos não é compatível com o cumprimento da pena de prisão. No ano passado, Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo de trama golpista. Em seguida, após passar por uma cirurgia, ele ganhou o direito de cumprir prisão domiciliar temporária. O ex-presidente se recupera de uma pneumonia bacteriana.

