Tocantins se destaca como um dos principais destinos de pesca esportiva do Brasil

O Tocantins brilhou na maior feira de pesca esportiva da América Latina, a Pesca Trade Show, realizada em São Paulo, entre os dias 20 e 22 de março. Durante os três dias de evento, o estande montado pelo Governo do Tocantins foi um dos mais visitados, atraindo olhares e conquistando novos parceiros para impulsionar ainda mais o turismo de pesca esportiva na região. O secretário de Estado do Turismo, Hercy Filho, ressaltou a importância da presença do estado no evento e o apoio fundamental da gestão estadual para o crescimento do setor. “O governador Wanderlei Barbosa tem investido de forma estratégica para consolidar o turismo como uma das principais matrizes econômicas do Tocantins. A participação na Pesca Trade Show foi uma vitrine para mostrarmos o nosso potencial em pesca esportiva, com responsabilidade ambiental e geração de emprego e renda para a nossa gente”, afirmou Hercy. A secretária-executiva da Secretaria de Estado do Turismo, Jocélia Costa, comemorou o sucesso da participação do estado. Para ela, o evento foi uma grande vitrine para apresentar o potencial tocantinense. “O Tocantins já é reconhecido pelo seu potencial natural, mas na feira superamos as expectativas. Recebemos operadores de turismo, investidores e pescadores do Brasil inteiro, todos interessados em conhecer de perto o que o nosso estado oferece. Isso mostra que estamos no caminho certo, levando a marca do Tocantins para o Brasil e o mundo”, destacou a secretária-executiva que acompanhou a feira e apresentou o potencial do estado no 3º Fórum Nacional do Turismo de Pesca. Ao longo da feira, o estande do Tocantins chamou a atenção ao apresentar a diversidade de espécies esportivas, como tucunaré, pirarucu e dourado, além das belezas naturais dos rios Araguaia e Tocantins. Materiais promocionais, degustações de produtos regionais e a receptividade da equipe foram destaques elogiados pelos visitantes. O apresentador da FishTV Oficial, Eduardo Monteiro, fez questão de parabenizar a participação do Tocantins na feira. “Quero parabenizar o estande do Tocantins, ficou muito bacana! Isso é muito importante, porque incentiva o turismo de pesca esportiva em todo o Brasil. Um grande abraço para todos do Tocantins, um estado pelo qual tenho um carinho enorme”, declarou. O empresário Rodolfo Lenzi também destacou sua experiência com a pesca no estado e convidou outros pescadores a conhecerem a região. “O Tocantins é um lugar sensacional. Eu conheço, já pesquei duas ou três vezes no Lago de Angical, no município do Peixe. São locais incríveis, entre os melhores do Brasil para a pesca esportiva. Quem não conhece, precisa conhecer, principalmente o Lago do Peixe, uma excelente opção para os amantes da modalidade”, reforçou, ao dizer que deseja voltar ao estado o mais breve possível. O influenciador Walter Siepierski ressaltou que o Tocantins é o destino ideal para quem busca contato com a natureza e uma experiência completa na pesca esportiva. “O Tocantins é ideal para quem busca conexão com a natureza e uma experiência única com a pesca esportiva”, destacou. Direto da feira, o empresário tocantinense Raimundo Coelho enfatizou o crescimento da pesca esportiva no estado e reconheceu o papel do governo para impulsionar o segmento. “Foi uma oportunidade única de mostrar nosso trabalho para quem ainda não conhece o que temos no Tocantins. Estamos falando de pesca sustentável, com respeito ao meio ambiente e geração de renda para as nossas comunidades. O setor tem crescido muito, principalmente pelo apoio e pelo incentivo do Governo do Estado”, concluiu, ao dizer que as ações do governo têm impulsionado o setor.

Relatório nacional aponta que a energia solar é a 2º maior fonte do país

A geração de energia solar superou a marca de 55 gigawatts (GW) de potência instalada operacional no Brasil. Desse total, 1,6 GW foi adicionado ao sistema neste ano, segundo balanço divulgado pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). A maior parte da geração de energia solar, 37,6 GW, vem de potência instalada na geração própria, nos telhados ou em quintais de cinco milhões de imóveis em todo o país. O restante, cerca de 17,6 GW, vem das grandes usinas solares conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Segundo a Absolar, a fonte solar evitou a emissão de cerca de 66,6 milhões de toneladas de gás carbônico (CO²) na geração de eletricidade. A tecnologia representa atualmente a segunda maior fonte de energia do país, correspondendo a 22,2% de toda a capacidade instalada da matriz elétrica. Apenas de janeiro a março, os consumidores instalaram mais de 147 mil sistemas solares, que passaram a abastecer cerca de 228,7 mil imóveis. Desde 2012, ressalta a Absolar, o setor fotovoltaico trouxe ao Brasil mais de R$ 251,1 bilhões em novos investimentos, criou mais de 1,6 milhão de empregos verdes e contribuiu com mais de R$ 78 bilhões em arrecadação aos cofres públicos. Estados De acordo com a Absolar, a geração própria solar está presente em mais 5,5 mil municípios e em todos os estados brasileiros. As grandes usinas fotovoltaicas centralizadas também operam em todos os estados do país. Entre as unidades consumidoras abastecidas pela geração de energia solar própria, as residências lideram, com 69,2% do total de imóveis, seguidas pelos comércios (18,4%) e pelas propriedades rurais (9,9%). Nos estados, Minas Gerais aparece em primeiro, com mais de 900 mil imóveis com geração solar própria. Em seguida, vêm São Paulo, com 756 mil, e Rio Grande do Sul, com 468 mil. Desafios Apesar da expansão da energia solar no país, a Absolar manifesta preocupações. Conforme a entidade, o crescimento poderia ser ainda maior, não fossem os cancelamentos de projetos pelas distribuidoras e a falta de ressarcimento aos empreendedores pelos cortes de geração renovável. Outro problema são os entraves à conexão de pequenos sistemas de geração própria solar, sob a alegação de inversão de fluxo de potência, sem os devidos estudos técnicos que comprovem eventuais sobrecargas na rede. A Absolar pede a aprovação do projeto de lei que institui o Programa Renda Básica Energética (Rebe) e atualiza a Lei 14.300/2022, que Instituiu o marco legal da microgeração e minigeração distribuída. No caso das grandes usinas solares, a ausência de ressarcimento pelas regras da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para os cortes de geração traz insegurança jurídica e maior percepção de risco.   Fonte: Agência Brasil

Tocantins é o estado com melhor índice de sustentabilidade social da Região Norte

O Tocantins é o estado com melhor desempenho em sustentabilidade social da Região Norte do país, conforme o Ranking de Competitividade dos Estados, divulgado nessa quinta-feira, 20, pelo Centro de Liderança Pública (CLP Brasil). O estado ocupa a 13ª posição nacional, destacando-se à frente de todos os demais da Região Norte, ao apresentar avanços significativos em indicadores como redução da pobreza, moradia digna, saneamento básico e promoção do trabalho. O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, destaca que os dados refletem os investimentos e a ampliação de ações e serviços realizados pelo Estado. “Esse resultado, assim como os outros avanços conquistados nesses últimos anos, são frutos dos esforços que empenhamos para que o Tocantins se desenvolva cada vez mais. Além disso, essas informações são essenciais para a formulação de políticas públicas que promovam o bem-estar social aos tocantinenses”, salienta o chefe do Executivo estadual. O secretário de Estado do Planejamento e Orçamento, Sergislei de Moura, ressalta os avanços conquistados pelo estado nos últimos anos. “O Tocantins avançou significativamente nos indicadores de sustentabilidade social, refletindo o compromisso da gestão Wanderlei Barbosa com a melhoria da qualidade de vida da população”, pontua. Conforme o CLP Brasil, o pilar da sustentabilidade social foi construído a partir de uma visão multidimensional para o tema da vulnerabilidade. É o terceiro com maior peso no cômputo geral do Ranking de Competitividade dos Estados (11,5%), superado apenas por Segurança Pública e Infraestrutura. Na Região Norte, os estados ficaram posicionados da seguinte forma no ranking de sustentabilidade social: Tocantins (13º), Rondônia (19º), Amazonas (21º), Acre (23º), Pará (24º), Roraima (26º) e Amapá (27º). Já com relação aos estados da Região Nordeste, o Tocantins ficou atrás apenas do Rio Grande do Norte (12º), em seguida vindo os estados do Ceará (14º) e da Paraíba (15º). No cenário nacional, foram destaques com o melhor desempenho em sustentabilidade social Santa Catarina (1º), Distrito Federal (2º) e São Paulo (3º). O estudo completo pode ser acessado no link. Sustentabilidade social O estudo aponta que o pilar sustentabilidade social é composto por 16 indicadores, com foco em aspectos essenciais para a qualidade de vida da população. Entre os indicadores, destacam-se o Acesso ao Saneamento Básico – Água, que mede o número de domicílios com acesso à água canalizada; e o Acesso ao Saneamento Básico – Esgoto, que avalia os domicílios conectados à rede de esgoto.

Governo do Tocantins registra queda de 38,3% no desmatamento no estado

O Tocantins registrou uma significativa redução de 38,3% no desmatamento entre janeiro e fevereiro deste ano, em comparação com o mesmo período de 2024, de acordo com dados do Boletim Mensal do Desmatamento. A diminuição abrange tanto o bioma Cerrado quanto o Amazônico, refletindo avanços no controle da devastação florestal no estado. Os números, analisados pelo Centro de Inteligência Geográficas em Gestão do Meio Ambiente (Cigma) da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), foram obtidos a partir do Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em termos absolutos, a área desmatada foi de 170,65 km², enquanto no mesmo período de 2024 o desmatamento havia atingido 276,80 km². A maior queda foi observada no bioma Cerrado, que teve uma redução de 38,4%. O bioma Amazônico também apresentou uma diminuição, em menor escala, com uma queda de 5,7%. O Boletim Mensal de Desmatamento, divulgado pelo Cigma, oferece uma análise detalhada do desmatamento no Tocantins, com dados segmentados por oito microrregiões: Bico do Papagaio, Araguaína, Miracema do Tocantins, Porto Nacional, Jalapão, Rio Formoso, Gurupi e Dianópolis. O boletim traz gráficos e mapas que ilustram a distribuição do desmatamento, permitindo uma visualização clara dos dados tanto por região quanto por bioma. Dianópolis, situada na região sudeste do Tocantins, destaca-se como a principal área de desmatamento no período, representando 44,22% da área desmatada do estado. Em seguida, está a microrregião do Rio Formoso, que responde por 18,77% do total desmatado. No mesmo período de 2024, Dianópolis já ocupava a liderança, com 30,07%, enquanto o Jalapão figurava em segundo lugar, com 29,29% da área desmatada.   Fonte: SECOM