HDT oferece consultas, testes rápidos para hepatites, HIV e vacinação nesta sexta-feira

O Hospital de Doenças Tropicais da UFT (HDT-UFT/Ebserh), em parceria com Secretaria Municipal de Saúde de Araguaína, realizará uma ação especial, nesta sexta-feira (25/07), das 8h às 12h, em frente ao hospital, voltada à prevenção e ao combate às hepatites virais. A ação faz parte da campanha Julho Amarelo, que reforça a importância do diagnóstico precoce, vacinação e informação para evitar complicações como cirrose e câncer hepático. O HDT está engajado na campanha e disponibiliza o tratamento para as hepatites aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Em alusão a essa campanha, o HDT realizará uma programação voltada para a população em geral. O objetivo é conscientizar e orientar sobre as hepatites virais, com foco na prevenção, diagnóstico precoce e importância da vacinação — medidas essenciais para evitar complicações. Serviços oferecidos à população:  Testes rápidos para Hepatites e HIV  Consultas com gastro-hepatologista  Avaliação multiprofissional com enfermagem e psicologia  Verificação da caderneta vacinal e aplicação da vacina contra Hepatite B  Distribuição de kits com preservativos e materiais informativos  Minipalestras nos corredores sobre prevenção e sinais das hepatites Sobre o Julho Amarelo O Julho Amarelo é uma campanha nacional dedicada à prevenção, conscientização e combate às hepatites virais, doenças silenciosas que podem causar sérios danos ao fígado, incluindo cirrose e câncer. A iniciativa, instituída no Brasil em 2019, reforça a importância do diagnóstico precoce e da vacinação. As hepatites são um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) visa eliminar hepatites B e C como problema de saúde pública até 2030. No Brasil, mais de 28 mil novos casos foram notificados em 2023, sendo 56,7% de hepatite C e 35,4% de hepatite B. Milhões de pessoas no mundo podem estar infectadas sem saber. As hepatites muitas vezes são silenciosas, mas com informação e prevenção é possível evitar complicações graves.

Hospital Universitário de Araguaína oferece vacina e tratamento de hepatites virais

Julho Amarelo é uma campanha nacional dedicada à prevenção, conscientização e combate às hepatites virais, doenças silenciosas que podem causar sérios danos ao fígado, incluindo cirrose e câncer. A iniciativa, instituída no Brasil em 2019, reforça a importância do diagnóstico precoce e da vacinação. As hepatites são um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) visa eliminar as hepatites B e C como problema de saúde pública até 2030. No Brasil, mais de 28 mil novos casos foram notificados em 2023, sendo 56,7% de hepatite C e 35,4% de hepatite B. Milhões de pessoas no mundo podem estar infectadas sem saber. As hepatites, muitas vezes, são silenciosas, mas é possível evitar complicações graves com informação e prevenção. A rede de hospitais universitários administrados pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), também engajada no Julho Amarelo, disponibiliza tratamento para as hepatites aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo a gastroenterologista Marcélia Brandelli, do Hospital de Doenças Tropicais da Universidade Federal do Tocantins (HDT-UFT/Ebserh), muitos pacientes são assintomáticos, ou seja, não apresentam nenhuma manifestação da doença, principalmente nas fases iniciais. Já outros podem apresentar sintomas como fadiga, cansaço extremo, febre baixa, dor abdominal – principalmente do lado direito, náuseas e vômitos, perda do apetite, dor muscular e nas articulações, urina escura, fezes claras esbranquiçadas e icterícia (pele e olhos com coloração amarelada). “Esse é um sinal clássico de hepatite. Por isso é importante conhecer e se proteger”, diz a médica. Os tipos mais comuns de hepatite no Brasil são A, B e C. A hepatite A é transmitida por água ou alimentos contaminados e é mais comum em regiões com pouco saneamento básico. A hepatite B é a mais perigosa e o contágio acontece por contato com sangue, via relações sexuais desprotegidas e pode passar de mãe para filho durante a gravidez. Já a hepatite C, também transmitida pelo sangue, pode acontecer com o compartilhamento de objetos perfurocortantes como: seringas, agulhas e, até mesmo, alicates de unha sem esterilização adequada. Existem também as hepatites D e E, que são menos comuns no Brasil. Vacinação e prevenção A prevenção da doença é possível com a vacina contra hepatite A e B, gratuita pelo SUS. A especialista do HDT-UFT/Ebserh, Marcélia Brandelli, reforça a importância de medidas para evitar a contaminação: uso de preservativo em todas as relações sexuais, nunca compartilhar agulhas, seringas, alicates de unha ou lâminas, assim como qualquer outro objeto perfurocortante. Além disso, deve-se sempre buscar locais limpos e confiáveis para fazer tatuagens, colocar piercings ou serviço de manicure. Outra recomendação é consumir somente água tratada e alimentos bem higienizados. “Essas pequenas atitudes fazem uma grande diferença”, frisou. Diagnóstico e tratamento “Uma dúvida frequente dos pacientes é: ‘E se eu pegar? Existe tratamento?’ Existe sim. O paciente com hepatite A costuma se curar sozinho, com repouso e alimentação adequada. A hepatite B pode se tornar crônica, mas dispomos de medicamentos que ajudam a controlar o vírus”, explicou Marcélia. Ela acrescentou que, atualmente, a hepatite C tem cura em mais de 95% dos casos, com medicações modernas disponíveis no SUS. “O segredo é diagnosticar cedo. O teste de hepatite é rápido, gratuito e está disponível nas unidades básicas de saúde (UBS). Não espere os sintomas aparecerem, vá e se cuide”, alerta Marcélia.

Pacientes internados no HDT são surpreendidos com passeio terapêutico e piquenique

O Hospital de Doenças Tropicais da Universidade Federal do Tocantins (HDT-UFT), vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), está desenvolvendo estratégia de acolhimento a pacientes internados. A iniciativa é conduzida pela equipe multiprofissional do hospital (nutricionistas, fisioterapeuta, residentes em nutrição, fonoaudiologia, terapeuta ocupacional). O passeio terapêutico iniciou em 2023 e não há uma frequência exata para sua ocorrência. Leva-se em consideração o período de internação do paciente e a análise da equipe assistencial quanto a efetividade e benefício para cada caso. A ideia do piquenique, associado ao passeio, veio da Assistência hospitalar, por meio da  nutricionista Julia Lorans, visando uma experiência positiva e acolhedora. Segundo o chefe da Unidade Multiprofissional, Antonio Lemos, as ações de acolhimento buscam reforçar a humanização do cuidado. “Essa estratégia propõe o transporte do paciente da sua ala de internação para uma área externa, que ofereça um ambiente mais acolhedor e menos clínico, trazendo elementos da natureza e da vida cotidiana”, disse. A ideia da ação é criar um ambiente mais ameno e acolhedor, onde os pacientes possam se sentir mais conectados com a natureza e com sensações confortáveis, ajudando-os a aliviar parte do estresse associado à sua condição e ao ambiente hospitalar. Planejamento e condução do passeio terapêutico A equipe assistencial segue uma série de passos para planejar e conduzir os passeios, onde é feita uma triagem para avaliar os pacientes que podem participar do passeio terapêutico. Uma avaliação multiprofissional é realizada para verificar as condições clínicas do paciente, bem como o risco-benefício. São verificados também: critérios de segurança, atendimento psicológico, incluindo o desejo do paciente em realizar o passeio, definição do trajeto e horário que será realizado, além do tempo de duração. Os familiares dos pacientes são informados e convidados a participar do momento, sob responsabilidade do Serviço Social. Os parentes passam por atendimento psicológico prévio e ficam cientes de como acontecerão as atividades. O paciente recebe higienização, se necessário, monitorização adequada, manejo dos dispositivos de oxigenoterapia e/ou ventilação mecânica, manejo da terapia medicamentosa e proteção da intimidade. Também é adotado o transporte mais adequado à condição do paciente e registradas em prontuário as condições clínicas que o paciente se encontra antes do passeio terapêutico. Ainda segundo Antonio Lemos, essa abordagem não substitui os cuidados médicos intensivos, mas pode complementar os tratamentos tradicionais e contribuir para o bem-estar emocional dos pacientes. “Pode apresentar, como benefícios, a possibilidade de redução da dor e ansiedade, estimulando o sistema sensorial, minimizando os efeitos ocasionados pela internação, além de proporcionarem independência”, finalizou. Sobre a Ebserh O HDT-UFT faz parte da Rede Ebserh desde 2015. Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Ebserh foi criada em 2011 e, atualmente, administra 41 hospitais universitários federais, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Como hospitais vinculados a universidades federais, essas unidades têm características específicas: atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) ao mesmo tempo que apoiam a formação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas e inovação.