Prefeito Eduardo Siqueira Campos volta ao cargo e reestrutura equipe

O prefeito de Palmas, Eduardo Siqueira Campos, voltou a exercer a função de chefe do executivo municipal a partir dessa quinta-feira, 17, após decisão favorável no Supremo Tribunal Federal (STF). Na manhã desta sexta-feira, 18, ele iniciou o processo de reorganização da equipe de governo, com as primeiras nomeações publicadas no Diário Oficial do Município (DOM). Além de retomar o comando da administração, o prefeito também restabeleceu os secretários que haviam sido exonerados durante sua ausência, enquanto o cargo foi ocupado interinamente pelo vice-prefeito Pastor Carlos Velozo. As mudanças reforçam a continuidade da gestão e a retomada das ações planejadas para a Capital. A reestruturação abrange secretarias estratégicas e marca o retorno de servidores de confiança do prefeito à condução das pastas. Retornos confirmados na equipe de governo Entre as nomeações já confirmadas, retornam aos respectivos cargos: Carlos Júnior como secretário-Chefe do Gabinete Renato Oliveira na Procuradoria Geral do Município Vicente Alves de Oliveira secretário Municipal Extraordinário de Representação em Brasília Élcio Mendes na Secretaria Municipal de Comunicação Sérgio Vieira Marques (Soró) na Secretaria de Governo André Fagundes Cheguhem na Secretaria de Planejamento, Orçamento e Licitações Marlen Ribeiro Rodrigues na Secretaria de Habitação André Luís Nunes Cavalari na Fundação Escola de Saúde Pública de Palmas (Fesp) Paulo Cezar Monteiro da Silva na Secretaria de Infraestrutura e Obras Públicas Mudança Além da recondução aos cargos, o prefeito realizou outras mudanças na equipe. Na Secretaria Municipal de Educação, sai Débora Guedes, o prefeito ainda não anunciou o nome do novo ocupante do cargo. Na Fundação Municipal da Juventude de Palmas, o secretário executivo Rivaldo Azevedo da Silva passa a responder pela pasta, substituindo Juniel Carvalho. Prisão e retorno O retorno de Eduardo ao cargo foi autorizado pelo ministro Cristiano Zanin, do STF, que revogou sua prisão domiciliar. O prefeito havia sido preso preventivamente no âmbito da Operação Sisamnes, que investiga o suposto vazamento de informações sigilosas do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Após sofrer um infarto e passar por cirurgia cardíaca, Eduardo obteve progressão para prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica. Na nova decisão, Zanin entendeu que não havia mais fundamentos para manter a custódia, autorizando o retorno imediato à Prefeitura.