ChatGPT Pro: nova versão turbinada da IA custa mais de R$ 1.000 por mês

A OpenAI anunciou o ChatGPT Pro na quinta-feira (5), um plano de assinatura mensal que embarca as principais tecnologias da empresa pelo valor de US$ 200 (Cerca de R$ 1.200 em conversão direta). O pacote dá acesso ao GPT-4o e às IAs mais racionais da empresa, como os modelos o1. Segundo a OpenAI, com o avanço da inteligência artificial, é preciso cada vez mais poder computacional para resolver as situações complexas envolvidas na área, justificando o pacote Pro. Esse conjunto de tecnologias também acompanha o modo de voz avançado da plataforma, que permite realizar consultas com a fala. O grande destaque é a presença do modelo o1 pro, até 20% mais rápido na resolução de operações matemáticas de alto nível em relação ao o1 tradicional. A tecnologia também tem um salto entre 10% em programação avançada e 17% na operação de questões de ciências no nível de doutorado. hatGPT Pro é para especialistas Naturalmente, a utilização do ChatGPT Pro é muito mais voltada para profissionais, empresas e pesquisadores do que usuários comuns. Para essa parcela de usuários, o pacote Plus pode ser o ideal, uma vez que dá acesso aos modelos o1 e o1-mini, modo de voz avançado e custa US$ 20 mensalmente (Cerca de R$ 120). A OpenAI distribuirá dez assinaturas completas da versão Pro a diversos pesquisadores. Entre os cientistas, especialistas sobre envelhecimento e demência, descoberta de novos genes para doenças raras, e imunoterapia contra o câncer. O ChatGPT Pro já está disponível para contratação no site oficial da empresa, que continuará atualizando o serviço conforme novas funcionalidades forem lançadas gradualmente. Fonte: Tech Mundo

Governo do Tocantins promove “Tour Virtual 360º” pelos atrativos turísticos do estado

Uma visita virtual pelos atrativos e pelas belezas naturais do Tocantins pode ser o primeiro passo para atrair o interesse de turistas nacionais e internacionais, aumentando o fluxo de visitantes ao estado. Esta é a proposta do Tour Virtual 360º, uma das estratégias da Secretaria de Estado do Turismo (Setur) para ampliar a divulgação turística e a atração de visitantes. O vídeo totalmente interativo, com visão em 360º acaba de ser disponibilizado no site da Setur e traz atrativos mapeados nas regiões turísticas. Não faltam dunas, cachoeiras e fervedouros do Jalapão e os lagos, lagoas e cachoeiras das Serras Gerais. “Este é mais um projeto do Governo do Tocantins honrando o compromisso da gestão Wanderlei Barbosa com a divulgação e a ampliação da visibilidade do Estado como destino turístico”, ressalta o secretário de Turismo, Hercy Filho, pontuando o compromisso com a promoção e a acessibilidade dos atrativos turísticos. O vídeo estará à disposição do público a partir desta quarta-feira, 4, no site da Secretaria de Estado do Turismo que pode ser aberto tanto em aparelhos celulares quanto pela tela de desktops, em qualquer parte do mundo. Outra versão para óculos virtuais será levada para as principais feiras de turismo a partir de 2025. Esta experiência já foi levada com outro vídeo a alguns eventos, como o Salão do Turismo de Brasília, em 2023, gerando grande interesse.

Polícia Militar do Tocantins lança a operação “Boas Festas 2024” para garantir a segurança no período de fim de ano

A Polícia Militar do Tocantins (PMTO) deu início à operação Boas Festas 2024, que será executada até o dia 6 de janeiro de 2025. A ação visa intensificar o policiamento ostensivo em todo o estado, com foco na preservação da ordem pública e na garantia da segurança da população durante um período de grande movimentação em áreas comerciais e residenciais. A operação abrange eventos típicos do período como Black Friday, festividades de aniversário de municípios, festejos religiosos regionais, celebrações natalinas e de Réveillon, além das posses dos novos chefes do Poder Executivo Municipal no dia 1º de janeiro. Para isso, será empregado um efetivo policial, incluindo agentes administrativos e operacionais, em regimes ordinário e extraordinário. Estratégias As ações foram planejadas para atender pontos de maior circulação de pessoas, como áreas comerciais e locais de aglomeração. Além disso, serão levados em consideração os “pontos quentes” de criminalidade e as particularidades de cada região. A operação Boas Festas 2024 que segue até 6 de janeiro de 2025 será subdividida em três etapas específicas. A operação Natal Seguro (24 e 25 de dezembro), com reforço do policiamento nos dias em que as celebrações natalinas movimentam residências e comércios. A operação Réveillon, voltada para a segurança nas comemorações de virada de ano, com atenção especial aos eventos públicos. E ainda a operação Posse,  a ser realizada no dia 1º de janeiro, com o objetivo de garantir a segurança durante as cerimônias de posse dos novos gestores municipais. Para o comandante-geral da PMTO, coronel Márcio Antônio Barbosa de Mendonça, “com a operação Boas Festas, a corporação reforça seu compromisso de proteger a vida e o patrimônio da população, buscando proporcionar um ambiente seguro para que os tocantinenses possam celebrar as festas de fim de ano com tranquilidade. A corporação conta com o apoio da comunidade e solicita que eventuais situações suspeitas sejam imediatamente reportadas por meio dos canais de emergência”. O coronel Márcio Antônio Barbosa de Mendonça concluiu desejando “que as festas de fim de ano sejam marcadas pela paz, pela união e pela segurança para todos”.

Comissão do Senado aprova projeto sobre inteligência artificial

A comissão interna do Senado sobre a regulamentação da inteligência artificial (IA) aprovou nesta quinta-feira (5), de forma simbólica, a proposta de marco regulatório da tecnologia no país. O texto ainda será analisado pelo plenário. Nesta tarde, os senadores aprovaram, no plenário, o regime de urgência do projeto e marcaram a votação para terça-feira (10). Na comissão, depois de adiada diversas vezes ao longo do ano, a votação foi realizada após o relator, senador Eduardo Gomes (PL-TO), negociar ajustes no parecer com o governo e a oposição. Na semana passada, o relator já havia apresentado uma nova versão do texto. Na terça-feira (3), o senador deu 48 horas para que novas sugestões fossem feitas. A proposta estabelece os riscos e direitos relacionados ao uso e desenvolvimentos de IAs no Brasil. O texto, no entanto, enfrentava resistência da oposição que argumentava que a proposta restringia o desenvolvimento tecnológico e limitava a liberdade de expressão. Segundo o relator, o governo também fez pedidos distintos e até conflitantes, conforme as solicitações de cada ministério interessado. Esses dois entraves atrasaram a análise da proposta, que também é alvo de interesse e pressão de plataformas digitais, as chamadas big techs. Em seu parecer, alterado ao menos cinco vezes, o relator afirma ter buscado equilibrar a garantia da preservação de direitos fundamentais e das condições para o desenvolvimento tecnológico. A matéria tramita desde o ano passado e é considerada prioritária pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que é o autor do projeto principal analisado na comissão. O texto teve como base um anteprojeto elaborado por uma comissão de juristas. Divergências Integrante da oposição, o senador Marcos Rogério (PL-RO) elogiou o “ambiente de convergência” criado pelo relator, mas afirmou que o “debate não se esgota” na comissão, já que ainda será analisado no plenário. “Regular é necessário, mas sem criar mecanismos que impeçam o avanço. O Brasil está atrasado neste tema”, disse. O senador destacou, porém, ter sido contrário à inclusão dos direitos autorais prevista na proposta. Para ele, o tema deveria ser tratado em outro projeto. “Não tenho divergência do ponto de vista de mérito dessa questão, tenho do ponto de vista de forma”, afirmou. O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), fez elogios ao relatório e ao consenso criado. Segundo ele, o texto pode se tornar uma “referência para o mundo”. Randolfe adiantou, no entanto, que a bancada governista deve apresentar destaques (sugestões de mudanças) na análise no plenário. O diz a proposta O projeto estabelece as definições de sistemas de inteligência artificial, de agentes de IA (desenvolvedores, distribuidores e aplicadores da tecnologia) e de “conteúdos sintéticos” —imagens, vídeos, áudio e texto, que foram significativamente modificadas ou geradas por IA. Também é definido que o sistema de IA de “alto risco” é aquele com potencial para impactar de forma adversa pessoas ou grupos. É o caso de dispositivos usados no funcionamento de infraestruturas críticas; em processos de seleção e avaliação; na administração da justiça; em veículos autônomos em espaços públicos; na área da saúde e entre outros. A proposta cria o Sistema Nacional de Regulação e Governança de Inteligência Artificial (SIA) e determina que ele será coordenado pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Um dos principais pontos do texto é a previsão de remuneração pelo uso de seus conteúdos protegidos por direitos autorais e direitos conexos. Essa remuneração deverá ser paga pelo “agente de IA” que fizer uso dos conteúdos para treinamento ou desenvolvimento de sistemas de inteligência artificial. Além disso, o uso de conteúdos de imagem, áudio, voz ou vídeo que retratem ou identifiquem pessoas naturais pelos sistemas de IA deverá respeitar os direitos da personalidade. Mudanças no texto Entre as mudanças recentes no texto, o relator incluiu ampliação das “hipóteses de exceção” à lei, para não incidir sobre qualquer tipo de uso por pessoas sem fins econômicos e atividades de testagem e desenvolvimento. De acordo com o parecer, o objeto “primariamente regulado é o uso e aplicação dos sistemas”. Também foi incluída a garantia de proteção dos direitos autorais como um dos fundamentos da lei, ao lado de propriedade intelectual e “segredo comercial e industrial”. Além disso, Eduardo Gomes manteve no relatório o “risco à integridade da informação, liberdade de expressão, processo democrático e pluralismo político como critério para regulamentação e identificação de novas hipóteses de IA de alto risco”.

Mulheres na menopausa: Invisibilidade deixa tratamento fora da agenda pública

Primeiro vieram os fogachos, as famosas ondas de calor, que levaram às noites mal dormidas. Depois as situações de esquecimento, oscilação de humor, crise de ansiedade e o cansaço ficaram mais constantes e, como consequência, o impacto no trabalho e nas relações. Aos 51 anos e mesmo com pouca informação, Leila Moura não tinha dúvidas, a menopausa estava chegando.   Apesar de conviver com o que considerou os “piores sintomas que já sentiu na vida”, Leila reconhece que está num lugar privilegiado, pois trabalha na Secretaria de Saúde do Distrito Federal e tem condições para buscar acesso a uma rede de profissionais qualificados e a um tratamento individualizado. Uma realidade distante para mulheres periféricas, em situação de vulnerabilidade, sem acesso à saúde e informação de qualidade, com insegurança alimentar e sobrecarregadas nas suas funções.  Segundo cálculos do IBGE, aproximadamente 30 milhões de mulheres no Brasil estão vivendo na faixa etária do climatério e menopausa, ou seja, 7,9% da população feminina. E somente cerca de 238 mil foram diagnosticadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Por outro lado, a revista científica Climateric indica que 82% das brasileiras nessa faixa etária apresentam sintomas que comprometem sua qualidade de vida.  Por muitos anos, a saúde da mulher foi negligenciada em termos de pesquisa, políticas públicas e conscientização, criando um abismo histórico que afeta profundamente o tratamento da menopausa. Enquanto questões como a primeira infância, o início da adolescência, a menarca, a saúde reprodutiva, a gravidez e a maternidade receberam atenção, o climatério, a menopausa e a pós-menopausa permaneceram escanteados e até estigmatizados. A ausência de dados consistentes e pesquisas científicas robustas sobre os impactos dessa fase na vida das mulheres, por muito tempo, contribuiu para a perpetuação de estereótipos, como a redução da menopausa a simples ondas de calor e variações de humor. Hoje, os estudos científicos vêm avançando sobre o tema e a medicina já reconhece mais de 40 sintomas que podem estar ligados a essa fase da vida da mulher.  Política pública Para romper com esse ciclo, o Senado tem ampliado o debate sobre o envelhecimento feminino para colaborar no desenvolvimento de políticas públicas eficazes, que contemplem a saúde, o bem-estar social e profissional dessas mulheres com a garantia dos seus direitos, colocando na agenda pública a atenção durante a menopausa.  Projeto em análise na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) determina que o SUS deve prestar serviços de saúde específicos para mulheres na menopausa ou em climatério, por todos os meios e técnicas necessárias. Entre essas medidas, estão a realização de exames diagnósticos; a disponibilidade de medicamentos não hormonais e hormonais; a capacitação dos médicos e o acompanhamento psicológico e de um conjunto de profissionais especializados que atuarão de forma multidisciplinar, focado na saúde da mulher.  O Projeto de Lei (PL) 3.933/2023, do senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR), foi tema de audiência pública na CAS em outubro. Neste momento, a matéria aguarda o relatório da senadora Teresa Leitão (PT-PE), que solicitou o debate. — O projeto fala de ações governamentais que exigirão o planejamento e a coordenação de políticas públicas consistentes e articuladas. Nesse sentido, é fundamental um debate amplo, prévio, para colher ideias, sugestões, contribuições de especialistas, de gestores públicos, de outros parlamentares […]. Esse é o nosso desafio, aprovar uma lei que atinja os seus fins sociais, […] um texto que contenha os balizamentos necessários para os implementadores da política pública — disse Teresa Leitão, que também elogiou a ideia, incluída no projeto, de se instituir a Semana Nacional de Conscientização para Mulheres na Menopausa ou em Climatério. Impactos biopsicossociais Muito confundido com a menopausa, o climatério é o período definido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma fase biológica da vida — não um processo patológico. Ele é caracterizado pela diminuição da função ovariana, que ocorre na meia idade. Geralmente começa por volta dos 40 anos e pode durar até 10 anos. Ou seja, com uma expectativa de vida beirando os 80 anos, no Brasil, a mulher ficará metade da vida convivendo com os efeitos da falência ovariana.  É a partir dessa fase que sintomas como fogachos, tonturas, dores de cabeça mais acentuadas, insônia, confusão mental, oscilações de humor, ressecamento vaginal, a falta de libido e a irregularidade do ciclo menstrual surgem. De forma isolada ou conjunta. É uma fase de transição entre o período reprodutivo e não reprodutivo, quando começa a ocorrer a falência dos folículos ovarianos e, de modo progressivo, a deficiência estrogênica, que tem um papel fundamental na defesa celular.  Já a menopausa é o último acontecimento dessa fase, correspondendo à última menstruação, somente reconhecida depois de passados 12 meses da sua ocorrência. De acordo com o médico especialista em ginecologia endócrina Diogo Viana, quando a mulher começa a perder a produção do estradiol, passa a apresentar lesões em quatro órgãos muito importantes: ossos, músculos, cérebro e coração, o que vai muito além dos fogachos e da variação de humor. Com esse impacto no organismo, a mulher fica mais vulnerável a infarto, sarcopenia, que é a perda de massa muscular, osteoporose e complicações relacionadas à demência, depressão e doença de Alzheimer.  — 60% dos lares hoje têm a mulher como chefe de família, arrimo financeiro. Como a gente vai fazer com que essa mulher consiga trabalhar, se ela não consegue dormir, porque ela tem um fogacho, se ela tem perda de memória, se ela está internada? Como a gente consegue fazer com que essa mulher continue produzindo? Ela não vai conseguir se aposentar tão cedo; e com 45, 50 anos, já tem sintomas. É uma sequência de fatores muito graves aos quais a gente precisa prestar atenção — disse o médico na audiência pública da CAS.  Garantir o direito das mulheres a uma escuta respeitosa, uma anamnese bem conduzida, oferecendo atenção integral à sua saúde, segundo o médico Diogo Viana, pode reduzir de forma considerável os custos do SUS com doenças graves. — Não pode ser só um problema que o ginecologista ou o endocrinologista precisa tratar. O reconhecimento da osteoporose e o da menopausa precisam ser feitos por todos os médicos. Todo médico precisa saber iniciar [o diagnóstico] e,

Gracyanne diz que Belo tinha uma amante quando terminou com Viviane Araújo e começou a namorar com ela

Gracyanne Barbosa decidiu soltar o verbo sobre o relacionamento com Belo, com quem ficou 16 anos casada. A musa fitness voltou a negar ter sido a pivô da separação do pagodeiro com Viviane Araújo e afirmou que o cantor tinha uma amante na época. “Acho que eles [Belo e Viviane] me colocaram na história porque foi conveniente para os dois. Quando eles separaram e quando comecei a namorar o Belo, ele tinha outra pessoa. Ele sabe, a Viviane sabe e nenhum dos dois nunca expôs isso. Fiquei quieta porque não queria me envolver num relacionamento que não era meu”, afirmou Gracyanne a Juju Salimeni e Diogo Basaglia no “Podshape”, na última quinta-feira, 5. A ex-mulher do pagodeiro garantiu que quando começou a namorar com Belo, ele tinha outra pessoa, mas ela não sabia. Gracyane contou que só descobriu quando a mulher foi até sua casa e contou: “Eu soube que ele estava com outra pessoa porque quando comecei a namorar ele, ainda estava com essa menina, e eu só descobri porque ela foi na minha casa”. Gracyanne não citou nomes, mas o que se sabe é que o casamento de Belo e Viviane Araújo acabou na época por causa de um affair que o cantor teve com a modelo e atual rainha de bateria da Tradição Luciana Picorelli. O romance nunca foi assumido por ele, mas Picorelli falou sobre o caso em algumas entrevistas que deu após a turbulenta separação de Viviane, sua prisão e o início da relação com Gracyanne. Pois tudo foi quase ao mesmo tempo. Em 2004, Belo conheceu Picorelli e os dois iniciaram um caso. O relacionamento com Vivi, que duraria até 2007, dava sinais de esgotamento. O pagodeiro chegou a pedir a mão de Picorelli em namoro para a mãe dela, quando a então modelo morava na Baixada Fluminense. Pouco tempo depois, ela se mudou para a Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Em 2001, Belo tinha presenteado Vivi com um Jaguar, no valor de R$ 260 mil, naquele ano (depois a atriz contou que nada estava em seu nome e que os carros do ex “eram tudo rolo”). Três anos depois, segundo fontes, ele deu um Audi para Picorelli, o que deixou Vivi enfurecida. Quando esteve preso, por pouco, Viviane não cruzou com Picorelli na cadeia, em dia de visitação. “Todo mundo sabia do namoro deles. Na prisão, acobertavam”, conta uma pessoa, ligada ao cantor, que prefere não se identificar. O caso com Picoreli durou pouco mais de três anos. Mas quando Viviane pôs fim ao casamento, não foi a modelo e musa do carnaval (ela foi rainha de bateria da Estácio e musa da Portela) que se tornou namorada oficial do cantor. Belo, que já tinha conhecido Gracyanne, engatou um namoro com ela ainda preso. Embora jure de pés juntos que o romance só tenha começado após o fim com Vivi, os dois já se conheciam de outros carnavais. Já com Gracyanne, Belo mantinha contato com Picorelli, o que irritou a musa fitness por anos. Para se ter uma ideia, Luciana já era repórter do programa de Wagner Montes quando foi fazer uma matéria na quadra da Mangueira. Na época, 2012, Gracyanne era a rainha de bateria da escola. Ao saber que a ex-rival estava por lá, pediu para tirá-la da quadra antes que chegasse, o que foi prontamente cumprido pela assessoria da Verde e Rosa. Ela não quis comentar a saia-justa na ocasião, mas foi a primeira vez que admitiu ter tido uma história com o pagodeiro: “Não quero falar sobre isso, já faz oito anos… Não quero resgatar essa coisa do passado que me fez tão mal”. Soltou o verbo Gracyanne Barbosa é um dos destaques do documentário “Belo, Perto Demais da Luz”, lançado na última quinta-feira, 28, no Globoplay. A musa fitness aparece apenas no quarto e último episódio, onde aborda os desafios do casamento de 16 anos com o cantor, e solta o verbo sobre o pagodeiro. “Eu só sei o que ele gosta de verdade e o que ele é porque eu dormi e acordei do lado dele. Porque ele não fala. Ele não assume. Ele mente. E ele mente compulsivamente, mente tudo o tempo todo”, afirma Gracyanne. “E não estou falando de traição ou de relacionamento entre homem e mulher, porque acho que as pessoas vão ver e pensar ‘ah, ele traiu’. Não tem nada a ver, esse nunca foi o nosso problema. Mas ele mente sobre coisas insignificantes. É muito difícil você olhar a pessoa nos olhos, saber a verdade e vê-la mentir para você”, explicou Gracyanne. Ela também relembrou a insistência de Belo em conquistá-la e o início conturbado do namoro, quando o cantor ainda estava na prisão. “Ele me seguia em Copacabana. Eu ia muito à praia nesse período, e ele ficava escondido atrás do orelhão. O Belo, superconhecido. Ele ainda enfrentava o problema de dormir na cadeia, então era uma pessoa que não aparecia muito na rua. E ele ficava ali, me olhando, procurando… realmente foi insistente”, disse Gracyanne, ao mencionar também o fim conturbado do casamento do cantor com Viviane Araújo: “Ele estava vindo de um término complicado com a Viviane. Já tinha saído na mídia que eles estavam separados. E a gente chegou a ficar juntos, mas começaram a sair notícias de que eu era a pivô. Na época, erradamente, me mantive calada, respeitando uma história que não era minha”. Gracyanne também afirmou que o desgaste na relação com Belo acabou provocando um afastamento entre eles. “Eu não queria fazer isso, queria chegar aqui e dizer: ‘Ele é maravilhoso, foi um casamento incrível’. E, sim, foi um casamento incrível, mas ele mentiu para mim a vida inteira. Ele precisa cuidar da mente. Chegou um momento em que eu já não tinha mais vontade de dizer: ‘Poxa, fala a verdade’. Não tinha mais essa vontade. Fui me afastando, e ele também. Acho que o amor continua ali, mas a vontade de resolver as questões e de estar junto acabou”, declarou.

Mercosul e União Europeia firmam acordo comercial negociado há 25 anos

Os chefes de Estado do Mercosul e a representante da União Europeia (UE), Ursula von der Leyen, anunciaram, nesta sexta-feira (6), que foi firmado o acordo de livre comércio para redução das tarifas de exportação entre os países que compõe esses mercados. As negociações se arrastavam há 25 anos. O acordo foi anunciado em coletiva de imprensa em Montevidéu, no Uruguai, onde ocorre a 65ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul. Com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva; do presidente argentino, Javier Milei; do Uruguai, Luis Alberto Lacalle Pou; e do Paraguai, Santiago Peña, foi anunciado que as negociações foram concluídas para regras de livre comércio entre os países dos blocos. Ao todo, o acordo envolve nações que somam mais de 750 milhões de pessoas. A presidente da Comissão Europeia destacou que a medida marca o início de uma nova história. “Agora estou ansiosa para discutir isso com os países da UE. Este acordo funcionará para pessoas e empresas. Mais empregos. Mais escolhas. Prosperidade compartilhada”. Assinatura Apesar das negociações terem sido encerradas, ainda é necessário que o acordo seja assinado. Os textos negociados passarão por revisão jurídica e serão traduzidos para os idiomas oficiais dos países. Em seguida, o acordo precisa ser aprovado internamente em cada uma das nações. Não há prazo para a finalização desse processo. “Após a assinatura entre as partes, o Acordo será submetido aos procedimentos de cada parte para aprovação interna – no caso do Brasil, o Acordo será submetido à aprovação pelo Poder Legislativo. Uma vez aprovado internamente, o Acordo pode ser ratificado por cada uma das partes, etapa que permite a entrada em vigor do Acordo”, informou o governo brasileiro. Oportunidade O presidente do Uruguai, anfitrião do encontro que anunciou o fim das negociações, lembrou que o acordo foi possível apesar das diferenças políticas entre os países do Mercosul. Para o mandatário uruguaio, é uma oportunidade. “Um acordo desse tipo não é uma solução. Não há mais soluções mágicas. Não há burocratas ou governos para firmar a propriedade. É uma oportunidade. É muito importante que os passos sejam pequenos, mas seguros”. A presidente da Comissão Europeia lembrou dos laços históricos entre os dois continentes e que o acordo é uma “necessidade política” em um mundo cada vez mais fragmentado e convulsionado. “Num mundo cada vez mais conflituoso, demonstramos que as democracias podem apoiar-se umas às outras. Este acordo não é apenas uma oportunidade econômica, é uma necessidade política. Somos parceiros com mentalidades comuns, que têm raízes comuns”, afirmou Ursula. Ursula von der Leyen disse ainda que está consciente da oposição de agricultores europeus, especialmente os franceses, preocupados que uma invasão de produtos do Mercosul lhes tomem mercado. “Este acordo inclui salvaguardas robustas para protegê-los”, comentou. Segundo ela, o acordo deve beneficiar cerca de 60 mil empresas que exportam para os países do Mercosul, com uma economia de 4 bilhões de euros. “Se beneficiam de tarifas reduzidas, processos aduaneiros mais simples e também de acesso preferencial a algumas matérias-primas essenciais. Isso trará grandes oportunidades de negócios”. Meio Ambiente Para a representante europeia, o acordo firmado entre os blocos vai permitir que os investimentos feitos respeitem o meio ambiente. “O acordo entre o Mercosul e a União Europeia é este primeiro passo para o acordo de Paris e para poder combater o desmatamento. O presidente Lula e seus esforços para proteger a Amazônia são bem-vindos e necessários, mas preservar a Amazônia é uma responsabilidade compartilhada de toda a humanidade”, completou. Fonte: Agência Brasil 

Governo autoriza concurso público para Polícia Federal

Foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (6/12) a autorização para o provimento de 192 cargos do Plano Especial de Cargos da Polícia Federal (PECPF), por meio de concurso público. Os cargos contemplam nível intermediário, sendo 100 vagas para o cargo de agente administrativo, e nível superior, com cargos distribuídos entre 11 especialidades: Assistente Social (13 vagas); Contador (9 vagas); Enfermeiro (3 vagas); Médico (35 vagas); Psicólogo (6 vagas); Farmacêutico (2 vagas); Nutricionista (1 vaga); Estatístico (4 vagas); Administrador (6 vagas); Técnico em Comunicação Social (3 vagas) e Técnico em Assuntos Educacionais (10 vagas). A Polícia Federal, que é responsável pela realização do concurso público, tem o prazo de até seis meses para a publicação do edital de abertura. O prazo mínimo entre o edital e a primeira prova do certame é de dois meses. Já o provimento dos cargos, após homologação do resultado final do concurso, fica condicionado à adequação orçamentária e financeira. A PF fica também responsável por outras atribuições, como editar os atos administrativos necessários à realização do concurso público, observar as leis e os regulamentos que tratem sobre políticas de reserva de vagas em concursos públicos, assegurando que as ações e procedimentos estejam alinhados ao alcance da efetividade de tais políticas, e zelar pela conformidade legal dos procedimentos relacionados ao planejamento e à execução do concurso público.